sábado, 31 de março de 2012


No Dia do Autismo, 2 de abril, ONU pede conscientização e inclusão

Monumentos de diversas cidades brasileiras serão iluminados de azul


O Brasil não tem estatística sobre o autismo, mas nos Estados Unidos e Europa já se fala sobre a maior epidemia do mundo, saltando de um caso a cada 2.500 pessoas na década de 1990, para o número assustador atual de uma pessoa com autismo a cada 120. Estimou-se em 2007 que no Brasil, país com uma população de cerca de 190 milhões de pessoas naquele ano, havia cerca de 1 milhão de casos de autismo, segundo o Projeto Autismo, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, da Universidade de São Paulo. No mundo, há mais de 35 milhões de pessoas com autismo, afetando a maneira como esses indivíduos se comunicam e interagem.

A fim de alertar o planeta para essa tão séria questão, a ONU (Organização das Nações Unidas) criou em 2008 o Dia Mundial da Conscientização do Autismo (World Autism Awareness Day), no dia 2 de abril de cada ano. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, destacou a importância da inclusão social. “Lembremo-nos que cada um de nós pode assumir essa responsabilidade. Vamos nos unir às pessoas com autismo e suas família para uma maior sensibilização e compreensão”, disse ele na mensagem de 2010, mencionando ainda a complexidade do autismo, que precisa de muita pesquisa.

Vários países aderiram à campanha www.lightitupblue.org e grandes construções ao redor do mundo se iluminarão de azul como manifestação em favor dessa conscientização no dia 2 de abril, como o prédio Empire State, em Nova York, nos Estados Unidos. Este ano, repetindo o feito de 2011, monumentos de várias cidades brasileiras se iluminarão de azul para marcar a data junto com a realização de cursos, seminários, caminhadas e vários outros eventos que envolvem a comunidade no conhecimento e conscientização sobre a causa.

No Brasil, é preciso alertar, sobretudo, as autoridades e governantes para a criação de políticas de saúde pública para o tratamento e diagnóstico do autismo, além de apoiar e subsidiar pesquisas na área. Somente o diagnóstico precoce, e consequentemente iniciar uma intervenção precoce, pode oferecer mais qualidade de vida às pessoas com autismo, para a seguir iniciarmos estatísticas na área para termos idéia da dimensão dessa realidade no Brasil. E mudá-la.

Nosso objetivo maior é levar a informação a todos, porque sabemos há muitas famílias onde crianças e jovens dentro do espectro do autismo, permanecem sem diagnóstico e sem acompanhamento especializado, sendo tratados (quiçá maltratados) como pessoas "estranhas, esquisitas, mal educadas".

Queremos que uma campanha de esclarecimento ofereça a estes cidadãos que vivem apartados da sociedade a oportunidade de reconquistar sua dignidade.
O autismo é tratável! Com dedicação, paciência e as intervenções adequadas nossas crianças e jovens serão adultos incluídos, produtivos e respeitados, esta conscientização é necessária para que os pais busquem intervenção para suas crianças/jovens e para que os governantes se sintam compelidos a promover políticas públicas de saúde adequadas.

O autismo faz parte de um grupo de desordens do cérebro chamado de Transtorno Invasivo do Desenvolvimento (TID) – também conhecido como Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD). Para muitos, o autismo remete à imagem dos casos mais graves, mas há vários níveis dentro do espectro autista. Nos limites dessa variação, há desde casos com sérios comprometimentos do cérebro a raros casos com diversas habilidades mentais, com a Síndrome de Asperger (um tipo leve de autismo) – atribuído inclusive aos gênios Leonardo Da Vinci, Michelangelo, Mozart e Einstein.

A medicina e a ciência de um modo geral sabem muito pouco sobre o autismo, descrito pela primeira vez em 1943 e somente 1993 incluído na Classificação Internacional de Doenças (CID 10) da Organização Mundial da Saúde como um transtorno invasivo do desenvolvimento. Muitas pesquisas ao redor do mundo tentam descobrir causas, intervenções mais eficazes e a tão esperada cura. Atualmente diversos tratamentos podem tornar a qualidade de vida da pessoa com autismo sensivelmente melhor.

Além do dia 2, o mês de abril é considerado o mês da conscientização do autismo no mundo.

Veja na lista abaixo cidades onde haverá intervenções urbanas:

AM - MANAUS
- O Teatro Amazonas será iluminado de azul no dia 2 de abril

MG - Belo Horizonte
- O prédio da OAB-MG será iluminado de azul na semana de 2 de abril

GO - ANÁPOLIS
- Estarão iluminados de azul o Monumento Centenário, a prefeitura, Caça Mirrage na Praça Americano do Brasil, pontos da Praça Ipiranga e a Igreja de Santana, no dia 2 de abril.

PB - JOÃO PESSOA
- Evento no Busto de Tamandaré, na divisa das praias de Tambaú e Cabo Branco, no dia 1º deabril, a partir das 17h

RJ - RIO DE JANEIRO
- O Cristo Redentor será iluminado de azul no dia 2 de abril;
- O prédio da OAB/RJ também será iluminado de azul no dia 2 de abril;
- Evento "Autismo: conhecer e agir!", na OAB-RJ, dia 13 de abril de 9h às 13h

RJ - VOLTA REDONDA
- Estarão iluminados de azul a Prefeitura, a Secretaria Municipal de Educação, a Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Municiapal de Ação Comunitária, Câmara, a Escola E. Profª Dayse Mansur (para crianças autistas), o Sítio-Escola SEMEIA (para adolescentes e adultos autistas), o CAPS II Belvedere, o Chafariz da Rodoviária, o Chafariz da Praça Brasil, a Torre do Moinho no Aterrado e o UFF Campus Aterrado, de 28 de março a 4 de abril

RS - PORTO ALEGRE
- Estarão iluminados de azul a chaminé da Usina do Gasômetro e o Monumento do Laçador, na semana de 2 de abril;
- Concerto da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, dia 3 de abril;
- Pocket show na Usina do Gasômetro com a participação das Bandas "Papas da Língua" e "Chimarruts" e da dupla sertaneja "Edu e Renan". Abertura com a Banda "Ilusão de Ótica". Entrada franca, dia 2 de abril, às 20h;
- Palestra com Dr. Carlos Gadia, intitulada "Autismo: Como chegamos até aqui e para onde vamos", na Assembleia Legislativa do RS, dia 3 de abril, às 17h;
- Jogadores do Sport Club Internacional entrarão com faixa alusiva ao "Dia Mundial de Conscientização do Autismo", em jogo contra o Santos FC, no Gigante da Beira-Rio, dia 4 de abril, às 22h;

RS - MONTENEGRO
- Iluminação azul da Praça Central, de 26 de março a 9 de abril; de Montenegro;
- A Escola Manoel Souza de Moraes no periodo de 26 de março a 2 de abril irá desenvolver diversas atividades internas com o objetivo de levar a informação aos alunos, pais e comunidade, culminando com a distribuição de panfletos pelos alunos, na Praça Central;

SP - SÃO PAULO
- Ponte Estaiada, Monumento às Bandeiras, Arco do Anhangabaú/Viaduto do Chá, Assembleia Legislativa Estadual e FIESP estarão iluminados de azul na semana de 1 e 2 de abril;
- Campanha Nacional pela Assistência e pelos Direitos da Pessoa com Autismo, 6 e 7 de abril, no auditório do Hospital Cruz Azul

SP - ATIBAIA
- Estarão iluminados de azul: o Hospital Novo Atibaia (HNA), a clínica AMHA Odonto, o Fórum de Justiça, o prédio da Viação Atibaia SP, a Rádio Mix FM, nos dias 1 e 2 de abril;
- Blitz do autismo, com entrega de material informativo a pedestres e motoristas, nos semáforos próximos ao Centro Social Urbano, dia 2 de abril, das 8h às 12h;
- Iluminação de azul do Cristo Redentor da rotatória do Shopping, dia 2 de abril;

quarta-feira, 21 de março de 2012

Crianças com Síndrome de Down

Dia 21 de março comemora-se o Dia Internacional da Síndrome de Down.

Desenvolvimento motor:
Criança com Síndrome de Down
Crianças “normais”
Média
(meses)
Extensão
(meses)
Média (meses)
Extensão
(meses)
Sorrir
2
1,5-3
1
0,5-3
Rolar
( de prono a supino )
6
2-12
5
2-10
Sentar
9
6-18
7
5-9
Arrastar-se
11
7-21
8
6-11
Engatinhar
13
8-25
10
7-13
Ficar em pé
10
10-32
11
8-16
Andar
20
12-45
13
8-18
Falar (palavras)
14
9-30
10
6-14
Falar (sentenças)
24
18-46
21
14-32

Como deve ocorrer a prendizagem do portador de síndrome de down:
O portador de Síndrome de Down possui certa dificuldade de aprendizagem que na grande maioria dos casos são dificuldades generalizadas , que afetam todas as capacidades: linguagem, autonomia, motricidade e integração social. Estas podem se manifestar em maior ou menor grau.
A criança com Síndrome de Down tem idade cronológica diferente de idade funcional, desta forma não devemos esperar uma resposta idêntica à respostas da “normais”, que não apresentam alterações de aprendizagem.
A prontidão para aprendizagem depende da complexa integração dos processos neurológicos e da harmoniosa evolução de funções especificas como linguagem, percepção, esquema corporal, orientação temporo-espacial e lateralidade.
Crianças espécies como portadores de Síndrome de Down, não desenvolvem estratégias espontâneas e este e um fato que deve ser considerado em seu processo de aquisição de aprendizagem, já que esta terá muitas dificuldades em resolver problemas e encontrar soluções sozinhas.
Do ponto de vista motor, hipercinesias associada à falta de iniciativa e espontaneidade ou hipercinesias e desinibição são freqüentes. Estes padrões debies também interferem a aprendizagem, pois o desenvolvimento psicomotor e a base da aprendizagem.
É fato que o professor deve considerar o aluno como uma pessoa inteligente que têm vontades próprias e afetividades, e estas devem ser respeitadas, pois o aluno não e apenas um ser que aprende.
O ensino das crianças especiais devem ocorrer de forma sistemática e organizada, seguindo passos previamente estabelecidos, o ensino não deve ser teórico e metódico e sim de forma agradável e que desperte interesse na criança.
O atendimento a criança com síndrome de Down deve ocorrer de forma gradual, pois estas crianças não conseguem absorver grandes números de informações. Também não devem apresentar a criança Down informações isoladas ou mecanicistas, de forma que aprendizagem deve ocorrer de forma facilitada, através de momentos prazerosos.
As atividades devem ser centradas em coisas concretas, que devem ser manuseadas pelos alunos.
As experiências devem ser adquiridas no ambiente do próprio aluno.
Situações que possam provocar estresse ou venham ser traumatizantes devem ser evitadas.
A criança deve ser respeitada em todos os aspectos de sua personalidade.
A família da criança deve participar do processo intelectivo.
Alguns pontos devem ser considerados quanto à educação do portador da síndrome de down:
  • Estruturar seu auto-conhecimento. Down
  • Desenvolver seu campo perceptivo.
  • Desenvolver a compreensão da realidade
  • Desenvolver a capacidade de expressão
  • Progredir satisfatoriamente em desenvolvimento físico
  • Adquirir hábitos de bom relacionamento
  • Trabalhar cooperativamente
  • Adquirir destreza com materiais de uso diário
  • Atuar em situações do dia a dia
  • Adquirir conceitos de forma, quantidade, tamanho espaço tempo e ordem
  • Familiarizar-se com recursos da comunidade onde vive
  • Conhecer a aplicar regras básicas de segurança física
  • Desenvolver interesses, habilidades e destrezas que oriente em atividades profissionais futuras.
  • Ler interpretar textos expressos em frases diretas.
  • Desenvolver habilidades e adquiri conhecimentos práticos que levem a descobrir valores que favoreçam seu comportamento no lar, na escola e na comunidade.
Até o momento não há cura. A Síndrome de Down é uma anomalia das próprias células, não existindo drogas, vacinas, remédios, escolas ou técnicas milagrosas para curá-la.
Com os portadores da Síndrome de Down deverão ser desenvolvidos programas de estimulação precoce que propiciem seu desenvolvimento motor e intelectual, iniciando-se com 15 dias após o nascimento.
Como qualquer outra criança, a criança com Síndrome de Down é um produto de sua herança genética, sua cultura e seu ambiente influenciado por pessoas e eventos. Ao entrar na escola, as crianças se encontram em pleno processo de desenvolvimento e crescimento, de acordo com suas próprias capacidades de maturação e desempenho. Para muitas crianças com Síndrome de Down, o inicio da escola (jardim de infância) abre um mundo totalmente novo. Para outros que já freqüentam a pré-escola, a adaptação não é marcante.
Durante os primeiros dias de aula, tanto pais quanto professores tem a responsabilidade de ajudar a criança a se adaptar a acomodar-se ao ambiente escolar. O sucesso de seus esforços dependerá grandemente das experiências prévias em casa durante os anos anteriores ou a vivência na pré-escola. As crianças que forem encorajadas a explorar seu mundo com liberdade, mas em segurança, e que puderam ampliar o raio de suas atividades geralmente têm pouca dificuldade para conseguir uma adaptação tranqüila da casa para a escola. Encorajar as tentativas das crianças em direção à independência representará um preparo para estar longe da casa durante uma boa parte do dia. “A escola está pronta para receber a criança?”. Como muitas das funções de desenvolvimentos esperadas geralmente das crianças “normais” não são observadas em crianças com síndrome de Down, será preciso que o programa educacional adapte-se às suas habilidades e necessidades especiais.
Autoria: Wagner Figueiredo Marins
Fonte:http://www.projetospedagogicosdinamicos

O que é Educação Bilíngue?

Com o atual panorama socioeconômico e político mundial, estimulado pela globalização, cresce cada vez mais a necessidade de se dominar um segundo idioma. Atentas a essa demanda, muitas escolas começaram a oferecer em seus serviços a opção pela Educação Bilíngue. Mas o que é uma escola bilíngue? Como os pais podem ter certeza de que estão realmente oferecendo aos seus filhos mais esse diferencial na educação? 
Uma escola bilíngue é aquela que faz com que o aluno fique imerso no universo sonoro de um segundo idioma. Ele recebe estímulos na segunda língua, e da mesma maneira que imita os gestos dos adultos que o rodeiam, reproduzirá os sons que ouve. Mas a definição de Educação Bilíngue não fica reduzida à questão fonética, ela aborda aspectos paralinguísticos valiosos, como, por exemplo, a abertura à diversidade cultural contida nas estruturas das línguas.
Existem diferenças entre escolas estrangeiras e escolas bilíngues. As primeiras adotam como primeiro idioma aquele do país de origem, enquanto o português passa a ser a segunda língua. Já nas escolas brasileiras bilíngues, acontece o inverso: o currículo é brasileiro, assim como o idioma materno, e o aluno aprende uma outra língua simultaneamente.
“Quando o aluno entra em uma escola bilíngue, toda a comunicação é realizada no segundo idioma, fazendo com que ele o assimile de uma forma natural e espontânea, da mesma maneira como aprende a língua materna”, explica Eliane Gomes Nogueira, presidente da Organização das Escolas Bilíngues do Estado de São Paulo – OEBi.
Na Educação Infantil bilíngue, todas as disciplinas são ministradas em inglês, na totalidade do tempo em que o aluno permanece na escola. Os professores têm como formação profissional os cursos de Letras ou Pedagogia e falam um segundo idioma fluentemente, seja por terem estudado, morado ou trabalhado em outro país, seja pelo fato de serem estrangeiros.
A Educação Bilíngue encontra-se em expansão no Brasil, e a maioria das escolas está em São Paulo. As mensalidades dessas instituições de ensino não são mais caras do que as das demais escolas com o mesmo padrão. Quanto mais nova a criança começa a aprender outro idioma, mais fácil é a sua assimilação. Em termos de adaptação, ela tem muito menos dificuldade, ou quase nenhuma. O aluno que se transfere para uma escola bilíngue, passa por um processo de adaptação e reforço para poder acompanhar a classe na qual irá estudar.
“É muito difícil tornar alguém bilíngue. Fazer uma pessoa falar um segundo idioma de forma automática, fluente, pensando nessa segunda língua não é uma tarefa fácil. Portanto, quanto mais cedo se inicia esse processo, melhor o resultado”, lembra Eliane.
O Português é peça fundamental do aprendizado, e, em nenhum momento, uma escola bilíngue pode desprezar a língua materna, que é um ativo importante do indivíduo, sendo o domínio dela essencial, e por isso não deve ser prejudicado pela Educação Bilíngue, ou seja, deve ser desenvolvido com a mesma ênfase. Não se trata da substituição da língua materna, e sim do acréscimo do segundo idioma no aprendizado.
“Na hora de escolher por uma escola bilíngue, os pais precisam observar certas características: quanto tempo de exposição ao segundo idioma terá o filho, qual a formação dos professores contratados, qual o nível de fluência no segundo idioma desses profissionais, qual o material utilizado e, o mais importante, visite a escola em horário de funcionamento, vá até as salas de aula. Aí você terá certeza se a escola realmente atende à proposta da Educação Bilíngue”, explica a presidente da OEBi.
Uma escola não pode se intitular bilínguue se não tiver por objetivo o ensino de um segundo idioma por intermédio de uma imersão. Apenas ministrar aulas de inglês duas vezes por semana, por exemplo, não é oferecer uma Educação Bilíngue.
Após frequentar uma escola bilíngue, o aluno, ao atingir a adolescência, será bilíngue no sentido amplo da palavra. “Ele saberá ler, escrever, falar e produzir textos da mesma forma como faz no idioma materno, fluentemente. Se ele quiser continuar os estudos fora do País, terá absoluta aptidão para isso”, finaliza Eliane.
Interessante, não?
Fonte: Portal Guia Escolas

quinta-feira, 8 de março de 2012

Sete avanços que garantem maior segurança para a vida sexual feminina

Conheça os benefícios de produtos como sabonete íntimo e camisinha feminina

Medo de engravidar, dor durante a relação, dependência do uso de camisinha masculina e outras situações já fizeram parte da rotina de milhões de mulheres. Com a criação de métodos e produtos, como pílula anticoncepcional, lubrificantes, camisinha feminina e outros facilitadores, entretanto, essa história tem sido reescrita a favor do sexo feminino. Para comemorar esses avanços, o Minha Vida preparou uma lista com grandes revolucionários que contribuem muito para a vida sexual da mulher.                           


Exames indispensáveis que toda mulher precisa fazer

Cada fase da mulher exige uma atenção diferente para proteger a saúde 

Cuidados preventivos são as melhores formas de manter a saúde em dia. Por isso, visitar um ginecologista pelo menos uma vez por ano deve fazer parte da rotina de toda mulher depois da primeira menstruação.

"Além da consulta periódica, adotar hábitos saudáveis e manter os exames em dia - desde a primeira relação sexual até o período da pós-menopausa - são fundamentais para proteger a saúde", diz a ginecologista Maria Luisa Nazar, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos. No Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher (28 de maio), o Minha Vida reuniu especialistas no assunto para listar os cuidados e exames essenciais de acordo com cada fase da vida feminina. 


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Corrija algumas manias que destroem sua beleza

Espremer espinhas, descascar esmalte e dormir maquiada são alguns dos vícios

Você gasta uma fortuna no salão e na esteticista. Mesmo assim, não falta do que reclamar: o cabelo poderia deixar de cair e seria ótimo se as unhas crescessem de uma vez, sem quebrar tanto. Mas será que, em vez e vítima, você é a culpada de tudo isso? Muitos hábitos são o terror da beleza, e a gente cultiva todos eles sem nem perceber. Duvida?

Então confira abaixo as dicas do dermatologista Ademir Jr. Com olhar atento, ele aponta e comenta as dez manias que mais sabotam sua imagem no espelho. Faça uma lista daquelas que, realmente, atrapalham sua auto-estima e comece já um programa de recuperação.

Veja mais dicas: http://www.minhavida.com.br/beleza/galerias/3678-corrija-dez-manias-que-destroem-sua-beleza

Sete maneiras inusitadas para evitar linhas de expressão


Mulher dormindo de barriga para cima - foto: Getty Images

Você acha que só os cremes são capazes de evitar os sulcos e linhas finas que se formam no rosto, colo e pescoço? Saiba que os movimentos faciais carregados de tensão ou a posição que você dorme também contribuem para a formação de rugas. Ao fazer força na musculação, por exemplo, é comum contrair a face e colocar a tensão nos músculos errados. Além disso, algumas emoções ou um tique nervoso nos fazem franzir a testa, puxar a boca para baixo ou torcer o nariz.
"O que piora as rugas e os sulcos são os movimentos involuntários e repetitivos", explica a especialista em ginástica facial Bartira Bravo, de São Paulo. E, sem que você perceba, sua pele vai ficando com uma fisionomia mais cansada.
Mas você não precisa deixar de se expressar para manter a pele lisinha. Basta evitar a sobrecarrega os músculos. Confira as dicas abaixo para aprender a fazer isso e deixar sua pele jovem por mais tempo. 

Durma de barriga para cima
Dormir com a cara enfiada no travesseiro ou até mesmo de lado, comprimindo a lateral do rosto, pode favorecer a formação de linhas de expressão. "Passar oito horas por dia, por vários e vários anos, na mesma posição causa as chamadas rugas de travesseiro" explica a dermatologista Maria Paula Del Nero, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Deitar-se de lado provoca a formação de sulcos no queixo e bochecha. "Isso explica porque algumas pessoas têm mais rugas de um lado do rosto", lembra a especialista. A região do colo e pescoço também sofre com essa posição, pois também há a sobrecarga da musculatura. Já dormir de bruços predispõe às marcas na testa. Principalmente em quem já tem a pele e a musculatura do rosto mais flácidas.
Dormir de barriga para cima e caprichar na hidratação dessas áreas garante que a pele acorde e permaneça lisinha.

Você precisa de óculos?
Você é daqueles que fica franzindo os olhos na frente do computador? Saiba que além de prejudicar sua visão esse hábito pode aumentar suas linhas de expressão.
"Quando você tem um problema de vista e não usa os óculos corretamente, a tendência é ajustar o ângulo de visão fechando as pálpebras e contraindo os músculos da face, principalmente da testa" explica Maria Paula. Com o tempo essas marcas se tornam permanentes.
A solução é bastante simples: basta consultar um oftalmologista, escolher os óculos ideais e parar de fazer careta.

Olha o sol!
As rugas pela falta de óculos de sol surgem da mesma maneira que as marquinhas pela falta de óculos de grau. "Nesse caso, as linhas de expressão tornam-se mais evidentes porque os músculos se tensionam para deixar os olhos semicerrados e protegidos da radiação solar", explica Bartira Bravo.
Comprar um óculos de sol de boa qualidade, que impede que você tencione seus músculos e protege seus olhos da radiação, já resolve o problema.

Pare de fumar
O cigarro libera inúmeras substâncias que causam o envelhecimento precoce da pele. As toxinas liberadas na corrente sanguínea destroem as fibras de colágeno, responsáveis pela sustentação da pele.
"Mas, além disso, fazer biquinho por muitos anos causa a formação de rugas ao redor da boca, típicas de fumantes", explica Maria Paula.
Essas linhas são causadas pela movimentação frequente da musculatura que contorna os lábios, e acaba deixando a pele marcada. "Cerca de 80% das pessoas que fumam acabam tendo essas rugas ao redor dos lábios", aponta a dermatologista. 

Libere as tensões
A testa é um ponto em que a tensão é descarregada com frequência. "Essa emoção causa uma contração bastante intensa do músculo, capaz de deixar a pele marcada com o passar dos anos", explica Bartira Bravo.
Ao contrário, rir bastante promove uma contração mais leve da musculatura facial e ainda libera endorfinas, hormônio que dá vitalidade à pele. A ginástica facial também é aliada, pois tonifica a musculatura e evita rugas de flacidez.

Vá ao dentista
Uma mordida muito forte, causada por disfunções da articulação da mandíbula, pode cansar a musculatura facial com o tempo e causar a formação de rugas de expressão. "Nesses casos, a primeira coisa a fazer é procurar um dentista especializado, para depois tentar atenuar as marquinhas que você já tem", orienta Bartira. 

Cuidado com os esforços
"Ao fazer algum movimento que demande um grande esforço, como a musculação ou o abdominal, é praticamente inevitável fazer uma careta. Se você faz isso com frequência, a pele tende a ficar com as marcas desse esforço", explica Maria Paula. "Apesar de ser um ato tanto quanto reflexo, ao criar a consciência do gesto, fica mais fácil impedi-lo", comenta a especialista. 
Fonte: minhavida.com.br

Trate os 7 problemas de pele mais comuns em bebês


Pais devem ficam atentos a descamações, manchas e brotoejas
1. Brotoejas

"As brotoejas são bolinhas vermelhas que costumam aparecer em dobrinhas, no pescoço ou nas axilas do bebê, resultado do entupimento das glândulas sudoríparas da criança", aponta a pediatra Camila Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz. Isso ocorre porque essas estruturas ainda estão em desenvolvimento quando ela nasce e, portanto, ainda não funcionam adequadamente.

Perigo: as brotoejas podem coçar, causando incômodo ao bebê e, por serem uma irritação, tornam-se foco de infecções.

Como tratar: já que elas surgem pela transpiração e o que faz a criança transpirar é o calor excessivo, a solução é deixá-la o mais fresquinha possível. Dar mais de um banho por dia sem usar sabonete em todas as lavagens, vesti-la com roupas leves, secar as regiões úmidas de seu corpo, utilizar talco líquido e mesmo limpar a saliva que escorre da boca do bebê podem evitar o problema.

2. Hemangiomas
Resultado da projeção dos vasos sanguíneos na superfície da pele, os hemangiomas, que nada mais são do que manchas avermelhadas, são bastante comuns em bebês. "A anormalidade é inata, ou seja, a criança já nasce com ela", afirma o pediatra Sylvio de Barros, da clínica MBA Pediatria.

Perigo: há o risco de o sintoma evoluir para problemas mais graves e, por isso, um dermatologista deve ser consultado se as manchas não desaparecerem.

Como tratar: o pediatra deve ser consultado para poder receitar o medicamento adequado à situação, caso necessário.

3. Descamações
De acordo com o pediatra Jorge Huberman, a descamação da pele é completamente normal e até esperada logo após o nascimento do bebê. "Ele passou 40 semanas em meio aquático, portanto, sua pele precisa ser trocada para atender às exigências do novo meio", esclarece. O problema também acomete as crianças no inverno, quando os banhos tendem a ser mais quentes, o que destrói a camada de gordura protetora da pele.

Perigo: a descamação pode ser uma reação a algum produto utilizado na higiene do bebê, pode ser sinal de alergia ou ainda uma dermatite, inflamação da pele.

Como tratar: evite produtos com muita química, usando apenas um bom sabonete de glicerina durante o banho da criança e fazendo a higienização com água morna e algodão. Mesmo os lencinhos umedecidos devem ser evitados sempre que possível. Peça ao pediatra a indicação de um bom hidratante e, se o problema persistir, consulte-o novamente.

4. Picadas de inseto
A melhor maneira de evitar que seu filho seja picado por um inseto é colocando mosquiteiro em seu berço e fazendo uso de tomadas que liberem substâncias repelentes. Há ainda produtos que podem ser passados na roupa do bebê para afastar mosquitos.

Perigo: se o bebê for picado e não demonstrar qualquer reação a não ser a típica bolinha vermelha, os pais não terão com que se preocupar. "É preciso lembrar, entretanto, que a criança pode ser alérgica a determinados mosquitos, o que pode levar a uma reação exagerada do seu organismo, culminando em inúmeras lesões pelo corpo", aponta a pediatra Camila.

Como tratar: fazer compressas frias no local da picada pode aliviar a sensação de coceira e, no caso de insetos como a abelha, impede que o veneno do ferrão se espalhe. Se for identificada uma reação alérgica, o bebê deve ser levado ao médico.

5. Impetigos
De acordo com o pediatra Sylvio de Barros, impetigo é uma infecção de pele que se apresenta com machucados cheios de pus e furúnculos. Muitas vezes, é decorrente de uma simples picada de mosquito, que foi contaminada por bactérias do tipo estreptococo ou estafilococo.

Perigo: enquanto a bactéria está alojada na superfície da pele, as pessoas que entram em contato com a criança correm risco de se contagiar. O perigo maior, entretanto, é a migração desse micro-organismo para o resto do corpo.

Como tratar: o tratamento do impetigo deve ser feito por meio de antibióticos prescritos pelo pediatra da criança e pode durar meses, dependendo da resistência da bactéria.

6. Eczemas
"O eczema, irritação da pele evidenciada pela secura, espessura ou escamosidade da pele do bebê, ou mesmo pelo aparecimento de bolhas, nem sempre pode ter sua causa diagnosticada", alerta Jorge Huberman. Em alguns casos, entretanto, ele acontece pelo contato com alimentos ou produtos irritantes para o organismo da criança.

Perigos: o problema pode causar coceira e desconforto ao bebê. Eczemas também se tornam uma porta de entrada a agentes infecciosos.

Como tratar: se a causa for identificada, o produto ou alimento irritante deve ser substituído por outros, de acordo com as instruções passadas pelo pediatra. Mas, se a causa for desconhecida, um estudo mais aprofundado deve ser realizado pelo profissional.

7. Assaduras

Assaduras incomodam muito o bebê, causando dor e tornando-se foco de infecções. "A pele da criança tem, naturalmente, uma barreira protetora, mas ela pode ser rompida quando fica muito tempo exposta à urina, fezes e mesmo ao calor intenso", alerta o pediatra Sylvio de Barros.

Perigo: o calor intenso aliado à transpiração da pele, coberta por fralda descartável, pode originar micoses e causar irritações.

Como tratar: passar pomadas neutras para fortalecer a barreira de proteção da pele pode evitar assaduras, mas recomenda-se deixar a região respirar livremente. De acordo com o especialista, o sol saudável - antes das 10h e depois das 16h - auxilia na esterilização da pele do bebê.
Fonte: http://www.minhavida.com.br



Tomada conceitual ejeta plugue de dispositivos ao serem desligados


Com finalidade de economizar seu dinheiro e recursos naturais do planeta, os designers Seong Soyeon, Kim Seonmi, Lee Jeongjae, Park Jihye e Lee Yeontaek desenvolveram uma tomada capaz de otimizar os gastos de sua residência, escritório e demais espaços. Batizado como PumPing Tap, esse sistema possui maquinaria bastante simples e eficaz.

Tomada conceito PumPing Tap (Foto: Divulgação)
Projetado para habitar ambientes em que usuários de aparelhos eletro-eletrônicos não tem o (bom) hábito de desplugá-los da rede elétrica após uso, a PumPing Tap realiza essa ação em duas frentes.

Tomada conceito PumPing Tap (Foto: Divulgação)
Em um primeiro instante, quando algum dispositivo é desligado sem a retirada de seu plugue da tomada, um círculo iluminado em vermelho alerta e ensina aos presentes que aquela conexão elétrica deveria ser desfeita, a fim de evitar desperdícios de energia (que ocorrem mesmo quando sua TV ou torradeira estão sem uso, mas conectados).
Caso a sugestão não seja acatada, a PumPing Tap põe em ação sua segunda ferramenta, que possui em seu centro um sistema com mola, capaz de ejetar o plugue da tomada após dez minutos de perdas. Apesar de muitos advogarem ser o gasto medido nessas situações muito pequeno para gerar preocupações, o uso elétrico desnecessário ganha ótima visibilidade quando avaliado sob ótica mais ampla.
Por esse perfil de colaboradora na manutenção da sustentabilidade do planeta, a PumPing Tap foi premiada como vencedora do concurso de design Red Dot 2011. Apesar de não haver nenhuma data concreta a respeito de quando este projeto poderia ser lançado, não haveria novidade caso passemos a ver produtos equivalentes à PumPing Tap em breve nas lojas.


Toyota inventa bengala robótica



Estado de equilíbrio
A Toyota inventou uma bengala robótica que promete ajudar o usuário de forma ativa se ele começar a cair.

O controle da bengala robótica fica na empunhadura, na forma de sensores de força que controlam o torque disponibilizado pelas rodas. (Imagem: USPTO)
O aparelho, projetado em parceria com engenheiros do Instituto de Tecnologia de Illinois, nos Estados Unidos, também pode ser usado em fisioterapia, durante exercícios de reabilitação.
A bengala possui vários acelerômetros, que detectam seu “estado de equilíbrio” – em termos simples, ela “sabe” quando está de pé ou o quanto está inclinada.
Na extremidade que vai no chão, pequenas rodas de borracha com dois eixos giram em qualquer direção, acionadas por minúsculos motores elétricos – imagine as rodas de uma cadeira de escritório, com a diferença de que o giro no próprio eixo também é motorizado.
Bengala ativa
O controle da bengala robótica fica na empunhadura, na forma de sensores de força que controlam o torque disponibilizado pelas rodas – quanto mais força o usuário fizer, mais energia vai para os motores.
Se o usuário tender a cair, ele automaticamente apertará a manopla mais fortemente, o que fará as rodas girarem de forma lenta, mas com grande torque, tendendo a reequilibrar o usuário.
Qualquer que seja a direção da queda, os acelerômetros em múltiplos eixos detectarão a direção que as rodas devem ser movidas, com sorte mantendo o usuário de pé.
Como as bengalas robóticas deverão chamar muito a atenção – imagine andar de skate empurrado por uma bengala que “acredita” que você está caindo – a Toyota afirmou que os modelos deverão vir equipados com reconhecimento de digitais.


Chip-farmácia


Biochip implantável libera medicamentos automaticamente

A versão usada no teste ainda é pequena, para 20 doses, mas a empresa afirma trabalhar em uma versão para 400 doses. (Imagem: Farra et al./Science/AAAS)
Pacientes com osteoporose logo poderão trocar as injeções diárias por um biochip implantável.
Essa verdadeira “farmácia em um chip” libera os medicamentos por meio de um controle remoto externo, ou de forma programada.
O primeiro teste em humanos do biochip implantável e controlado remotamente foi realizado com sucesso na Dinamarca.
“Os pacientes não vão mais precisar se lembrar de tomar os medicamentos, e não vão mais passar pela dor de tomar múltiplas injeções,” afirmou o Dr. Robert Farra, do MIT, que desenvolveu a tecnologia com colegas de várias outras universidades.
Apesar de ter sido testado em pacientes com osteoporose, o aparelho poderá ser usado também em outras doenças crônicas, como esclerose múltiplas, doenças cardíacas ou mesmo câncer.
Medicamento automatizado
Ao contrário da maioria dos outros dispositivos de aplicação automática de medicamentos, que liberam pequenas doses continuamente ao longo do tempo, o biochip libera o remédio quando recebe o comando do sistema de controle externo, que opera sem fios.

O corpo das pacientes desenvolveu uma membrana que recobriu todo o biochip implantado. Mesmo assim, os resultados foram positivos. (Imagem: M. Scott Brauer/MIT)
Ao receber o comando, o implante libera rapidamente o medicamento na corrente sanguínea.
Mas não é preciso “apertar o botão do controle remoto” todas as vezes: a liberação pode ser programada no próprio biochip, ou no aparelho de controle externo, liberando o paciente da preocupação com os horários.
“Os médicos vão poder ajustar as terapias dos seus pacientes usando uma conexão pela internet ou pelo celular,” prevê o Dr. Farra.
Reação do corpo
O medicamento fica depositado no interior de pequenos furos, cobertos por uma nanocamada de ouro ou de uma liga de platina e titânio.
Essa nanocamada é forte o suficiente para manter o medicamento bem guardado, mas funde-se quando é submetida a uma corrente elétrica, liberando o remédio.
A versão usada no teste ainda é pequena, para 20 doses, mas a empresa emergente MicroCHIP, que os pesquisadores criaram para comercializar a tecnologia, afirma já estar trabalhando em uma versão para até 400 doses.
O teste foi considerado um sucesso, embora o corpo das pacientes – 7 mulheres entre 65 e 70 anos – tenha desenvolvido uma membrana fibrosa, à base de colágeno, que recobriu todo o biochip implantado.
Aparentemente isto não atrapalhou a liberação da droga teriparatide, padrão no tratamento da osteoporose – o tratamento teve resultados similares aos obtidos com a aplicação do medicamento por injeções.