quarta-feira, 29 de junho de 2011

O TDAH na Escola (Matando um leão a cada dia)

Segundo Russel A. Barkley as crianças com TDAH tem grandes dificuldades de ajustamento diante das demandas da escola.Um terço ou mais de todas as crianças portadoras de TDAH ficarão para trás na escola, no mínimo uma série, durante sua carreira escolar,e até 35% nunca completará o ensino médio. As notas e pontos acadêmicos conseguidos estão significativamente abaixo das notas e pontos de seus colegas de classe. Entre 40% a 50% dessas crianças acabarão por receber algum grau de serviços formais através de programas de educação especial, como salas com recursos, e até 10% poderá passar todo o seu dia escolar nesses programas. Complicando esse quadro, existe o fato de que mais da metade de todas as crianças com TDAH também apresentam sérios problemas de comportamento opositivo. Isto ajuda a explicar porque entre 15 a 25% dessas crianças serão suspensas ou até expulsas da escola devido a problemas de conduta.
            É de extrema importância que alunos com TDAH sejam motivados. Em nossa prática no dia a dia, orientando professores de crianças portadoras de TDAH, freqüentemente encontramos crianças com dificuldades seríssimas em termos de relacionamento, comportamento e também de aprendizagem, conseguirem uma melhora significativa quando mudam de professor. “A criança com TDAH tem que engolir o professor junto com a matéria”. Sua inconstância de atenção e naão déficit de atenção, fazem com que elas sejam capazes de uma hiper concentração quando houver motivação.
            Aí vem a grande dificuldade, professores, diretores, e toda uma equipe de apoio, sem o devido conhecimento sobre o TDAH, classes cheias de crianças com TDAH, com os professores sem saber o que fazer nem como lidar com elas, professores desmotivados,mal pagos, com seu 13º salário na Suíça, salas de aula super lotadas, vamos encontrar turmas e mais turmas de “alunos especiais”, que não conseguem nem ao menos serem alfabetizados, que inevitavelmente ao faltar estrutura familiar que possa funcionar como seus “freios inibitórios”, vão evoluir para evasão escolar, droga e delinqüência. Temos constantemente orientado as escolas para selecionarem (pelo menos de 1ª a 4ª série) professores que tenham perfil para lidarem com crianças portadoras de TDAH, que sejam democráticos, solícitos, amigos, compreensivos e empáticos e não desorganizados, hiperativos e impulsivos como ela. Crianças com TDAH não tem que estar em turmas separadas, elas não tem problemas cognitivos, aprendem muito bem quando tratados adequadamente por uma equipe interdisciplinar.
            Temos que aprender a lidar com estas crianças, conhecer suas limitações, respeita-la e com criatividade descobrir como ela aprende melhor, e uma boa maneira de se fazer isto é perguntando a ela. Como você acha que aprende melhor?
            A criança portadora de TDAH do tipo predominantemente desatenta, é uma criança dócil, fácil de lidar, porém com dificuldade de aprendizagem desde o início de sua vida escolar, lenta ao copiar do quadro, lenta para fazer o dever de casa, necessidade de acompanhamento dos pais ou orientadores a vida toda; isto contribuirá para que tenha uma baixa auto-estima, podendo futuramente desenvolver comorbidades como por exemplo: Ansiedade generalizada e depressão entre outros.
            A tendência de pais , professores e diretores de escola é entender o comportamento destas crianças como desobedientes e desinteressadas e insistirem a valorizar as melhores cabeças, valorizando no trabalho escolar apenas a transmissão do conhecimento e a produção do trabalho escrito, valorizando mais a quantidade em detrimento da qualidade.
            Em casa não é muito diferente, pais desesperados que já visitaram muitos médicos,psicólogos, neurologistas, fonoaudiólogos etc, a procura de um tratamento adequado, um caminho muitas vezes tortuoso e conflituoso, num processo que pode levar meses e até anos.
            Outro dado importante a ser considerado é que estudos apontam sobre a persistência do TDAH na adolescência e vida adulta.(Rohde, 1997; Nadeau,1996). Werder (1990) por meio de pesquisas mais sistemáticas e longitudinais, reconheceu o TDAH na vida adulta também. As pesquisas recentes indicam que cerca de 70% dos adolescentes que apresentavam o problema quando crianças mantém o diagnóstico aos 14 anos. E embora não se tenha dados exatos, sabe-se que parte destes 70% ainda apresentará o TDAH no final da adolescência e ainda manterá o diagnóstico na vida adulta.
            O que parece acontecer na vida adulta, entretanto, é uma diminuição dos sintomas da hiperatividade,permanecendo os sintomas de desatenção e impulsividade.
            É importante que o profissional de saúde mental possa apoiar o professor em sala de aula. É importante que professores tenham pelo menos uma noção básica sobre o tdah, sobre a manifestação dos sintomas, e as conseqüências em sala de aula. Saber diferenciar incapacidade de desobediência é fundamental.
            Segundo Sam Goldstein e Michael Goldestein a criança hiperativa na escola é como “encaixar um prego redondo em um buraco quadrado”.
            É uma grande dificuldade para a criança hiperativa quando ela entra no jardim de infância, e precisa agora aprender a lidar com as regras, a estrutura e os limites, e o seu temperamento simplesmente não se ajusta muito bem com as expectivas da escola.
            Para ir bem nas provas, uma criança precisa não apenas exibir as aptidões que estão sendo avaliadas, mas também possuir a capacidade de ouvir e seguir instruções, prestar atenção e persistir até que a prova seja completa. A criança deve também ser capaz de parar para pensar qual seria, entre as várias opções a melhor resposta possível. Entretanto, as crianças hiperativas são fracos nessas áreas de aptidões e, portanto, as notas obtidas nas provas de inteligência muitas vezes refletem mais a sua hiperatividade que seu potencial intelectual. Algumas crianças hiperativas são muito brilhantes. A maioria está dentro dos limites médios e algumas, infelizmente, ficam abaixo da média em suas aptidões intelectuais.
            Crianças hiperativas muito brilhantes freqüentemente conseguem ter uma boa atuação durante o curso elementar (1ªséries do 1º grau) e é possível que não sejam consideradas crianças com problemas. As maiores aptidões intelectuais da criança permitem que ela compense sua incapacidade de continuar numa tarefa. Ela pode não se dedicar durante muito tempo, mas o tempo gasto nas tarefas muitas vezes resulta num trabalho completo e freqüentemente correto. Pode parecer que esta criança não preste atenção, mas quando solicitada geralmente sabe a resposta. Lembre-se: Ser desatento não equivale ser incapaz  de aprender. As crianças hiperativas, quando sua atenção é focalizada, são capazes de aprender tão bem quanto as outras.
            Entretanto nos últimos anos do 1º grau mesmo os adolescentes hiperativos mais inteligentes não conseguem acompanhar consistentemente o crescimento das exigências e responsabilidades educacionais para ter sucesso. Freqüentemente é durante estes anos escolares que se reconhece que os adolescentes hiperativos inteligentes estão vivenciando este padrão de dificuldade de comportamento, o que interfere em seu desempenho escolar.
            Um fator crucial para o sucesso do seu filho na escola é o professor e a capacidade que este professor tem para controlar a classe com eficiência.
            Esteja seu filho recebendo ou não serviços de educação especial, acreditamos que você tem o direito de participar ativamente da seleção dos professores do seu filho. Apresentamos a seguir uma lista do que procurar no professor ideal e no ambiente de aula ideal para a criança hiperativa. Estas sugestões baseiam-se numa combinação de pesquisa científica, julgamento profissional e senso comum. Algumas destas questões podem ser abordadas em conversas diretas com os possíveis professores, outras, conversando- se com pais cujos filhos trabalharam com um determinado professor, outras ainda podem ser avaliadas  observado-se a sala de aula. Esta lista também serve para projetar uma sala de aula para uma criança hiperativa.
-         O professor sabe sobre hiperatividade em crianças e está disposto a reconhecer que este problema tem um impacto significativo sobre as crianças da classe.
-         O professor parece entender a diferença entre problemas resultantes de incompetência e problemas resultantes de desobediência.
-         O professor não emprega como primeira ação o reforço negativo ou a punição como meios para lidar com problemas e para motivar na sala de aula.
-         A sala de aula é organizada.
-         Existe um conjunto claro e consistente de regras na classe. Exige-se que todos alunos aprendam as regras.
-         As regras da sala de aula estão num cartaz colocado na sala para que todos vejam.
-         Existe uma rotina consistente e previsível na sala de aula.
-         O professor exige e segue estritamente as exigências específicas referentes a comportamento e produtividade.
-         O trabalho escolar fornecido é compatível com o nível de capacidade da criança.
-         O professor está mais interessado no processo ( compeensão de um conceito) que no produto (conclusão de 50 problemas de subtração).
-         A disposição da sala de aula é definida, com carteiras separadas colocadas em fileiras.
-         O professor distribui pequenas recompensas sociais e materiais relevantes e freqüentes.
-         O professor da classe é capaz de usar um programa modificado de custo resposta.
-         O professor emprega punições leves acompanhadas de instruções para retornar ao trabalho quando a criança hiperativa interrompe o trabalho dos outras.
-         O professor ignora o devaneio ou a desatenção em relação a lição que não perturbe as outras crianças e , então, uma atenção diferenciada quando ela volta ao trabalho.
-         A menor razão aluno para professor possível (preferencialmente, um professor para oito alunos.
-         O professor está disposto a alternar atividades de alto e baixo interesse durante todo o dia em lugar de fazer com que o aluno faça todo o trabalho de manhã com tarefas repetitivas uma após a outra.
-         O professor está disposto a oferecer supervisão adicional durante o período de transição entre aulas, intervalos e durante outras atividades longas como reuniões.
-         O professor é capaz de antecipar os problemas e fazer planejamentos de antemão para evitar problemas.
-         O professor está disposto a auxiliar a criança hiperativa a aprender, praticar e manter aptidões organizacionais.
-         O professor está disposto a aceitar a responsabilidade de verificar se a criança hiperativa aprende e usa um sistema eficaz  para manter-se em dia com o dever de casa, e conferir se ela quando sai do prédio da escola, todos os dias, leva esse dever para casa.
-         O professor aceita a responsabilidade de comunicar continuamente com os pais. Para alunos o curso elementar, um bilhete diário e enviado para casa. Para estudantes das últimas séries do 1º e 2º grau, usam-se notas de progresso semanal.
-         O professor fornece instruções curtas diretamente à criança hiperativa e em nível que ela possa entender.
-         O professor é capaz de manter um controle eficaz sobre toda a classe, bem como sobre a criança hiperativa.
-         Preferencialmente a classe é fechada (quatro paredes ) nunca em ambiente aberto.
-         O professor está disposto a desenvolver um sistema no qual as instruções são repetidas e oferecidas de várias maneiras.
-         O professor está disposto a oferecer pistas para ajudar a criança hiperativa a voltar para o trabalho e a evitar que ela fique super excitada.
-         O professor está disposto a permitir movimentos na sala de aula.
-         O professor prepara todos os alunos para mudanças na rotina.
-         O professor entende como e quando variar seu método.
-         O professor é capaz de fazer um rodízio e uma alternância de estímulos e reconhece que aquilo pode ser recompensador para um aluno, pode não ser para outro.
-         Todos os estudantes aprendem um modelo lógico de resolução de problemas para lidar com problemas na sala de aula e entre eles mesmos (por exemplo: parar, ver, ouvir).
-         Um sistema de treinamento em atenção ou auto monitoramento é usado em sala de aula.
-         O professor parece capaz de encontrar algo positivo, bom e valioso em toda criança. Este professor valoriza as crianças por aquilo que são, não por aquilo que conseguem produzir. 

Estilo de atuação dos professores

 
            Segundo Edylein Bellini Peroni Benczik, os professores são bem diferentes em seus estilos pessoais: 
1º O professor autoritário: intolerante e rígido, valoriza somente as necessidades acadêmicas do aluno, focalizando apenas a produção de tarefas, tornando-se impaciente com a criança a medida que esta não consegue corresponder às suas expectativas. 
2º O professor pessimista, desanimado e infeliz, com tendência a ter uma visão categórica de todo mal comportamento e das tarefas inacabadas como proposital e por desconsideração a ele, não conseguirá estabelecer um bom relacionamento com a criança. 
3º O professor hiper crítico, ameaçador e “nunca erra”- certamente ficará frustrado pela dificuldade  da criança com TDAH em fazer mudanças adequadas rapidamente. 
4º O professor do tipo impulsivo, temperamental e desorganizado- poderá ter também uma experiência difícil dada a similaridade de seu comportamento com aquele tipicamente apresentado pela criança com TDAH. 
5º O professor que parece mais se ajustar às necessidades dos alunos com TDAH é aquele que se mostra:
 •Democrático, solícito, compreensivo.
 •Otimista, amigo e empático.
 •Dar respostas consistentes e rápidas para o comportamento inadequado da criança, não manifestando raiva ou insultando o aluno.
 •Bem organizado e administra bem o tempo.
 •Flexível no manejo dos vários tipos de tarefa.
 •Objetivo e descobre meios de auxiliar o aluno a atingir as suas metas.
Vanda Rambaldi
Psicóloga

Autismo Infantil

Em 1943, o autismo foi conceituado pela primeira vez por Leo Kanner, como uma doença da linha das psicoses, caracterizada por isolamento extremo, alterações de linguagem representadas pela ausência de finalidade comunicativa, rituais do tipo obsessivo com tendência a mesmice e movimentos estereotipados. Nessa abordagem, a doença tinha suas origens em problemas das primeiras relações afetivas entre mãe e filho, que comprometiam o contato social, idéia extremamente difundida até meados dos anos 70. Hoje, essa doença é definida como um conjunto de sintomas de base orgânica, com implicações neurológicas e genéticas. Atualmente, o autismo é uma área de intenso interesse, em que diferentes estudos se estabelecem e promovem desde alterações conceituais até modificações terapêuticas de fundamental importância.

O que é autismo?
O autismo é descrito como uma síndrome comportamental com causas múltiplas, decorrente de um distúrbio de desenvolvimento. É caracterizado por déficit na interação social, ou seja, inabilidade para se relacionar com o outro, usualmente combinado com déficit de linguagem e alterações de comportamento. Os sinais e sintomas aparecem antes dos 3 anos de idade e, em cada 10.000 crianças, de quatro a cinco apresentam a doença, com predomínio em indivíduos do sexo masculino (3:1 ou 4:1).

Quais são as causas do autismo?
As causas do autismo são desconhecidas mas diversas doenças neurológicas e/ou genéticas foram descritas com sintomas do autismo. Problemas cromossômicos, gênicos, metabólicos e mesmo doenças transmitidas/adquiridas durante a gestação, durante ou após o parto, podem estar associados diretamente ao autismo. Entre 75 a 80% das crianças autistas apresentam algum grau de retardo mental, que pode estar relacionado aos mais diversos fatores biológicos. Portanto, a evidência de que o autismo tem suas causas em fatores biológicos é indiscutível, fazendo-nos reconsiderar a idéia inicial de ligarmos o quadro de autismo a alterações nas primeiras relações mãe-filho.

Quais são as doenças relacionadas ao autismo?
Podemos listar uma série grande de doenças das mais diferentes ordens envolvidas nos quadros autísticos:
  • Infecções pré-natais - rubéola congênita, sífilis congênita, toxoplasmose, citomegaloviroses;
  • Hipóxia neo-natal (deficiência de oxigênio no cérebro durante o parto);
  • Infecções pós-natais - herpes simplex;
  • Déficits sensoriais - dificuldade visual (degeneração de retina) ou diminuição da audição (hipoacusia) intensa;
  • Espasmos infantis - Síndrome de West;
  • Doenças degenerativas - Doença de Tay-Sachs;
  • Doenças gênicas - fenilcetonúria, esclerose tuberosa, neurofibromatose, Síndromes de Cornélia De Lange, Willians, Moebius, Mucopolissacaridoses, Zunich;
  • Alterações cromossômicas - Síndrome de Down ou Síndrome do X frágil (a mais importante das doenças genéticas associadas ao autismo), bem como alterações estruturais expressas por deleções, translocações, cromossomas em anel e outras;
  • Intoxicações diversas.
Quais são os sinais e sintomas do autismo?
A criança autista prefere o isolamento. O autismo é caracterizado por diversos distúrbios:
  • de percepção, como por exemplo dificuldades para entender o que ouve;
  • de desenvolvimento, principalmente nas esferas motoras, da linguagem e social;
  • de relacionamento social, expresso principalmente através do olhar, da ausência do sorriso social, do movimento antecipatório e do contato físico;
  • de fala e de linguagem que variam do mutismo total: à inversão pronominal (utilização do você para referir-se a si próprio), repetição involuntária de palavras ou frases que ouviu (ecocalia); e
  • movimento caracterizado por maneirismos e movimentos estereotipados.
Existe tratamento para o autismo?
Hoje, o tratamento do autismo não se prende a uma única terapêutica. O uso de medicamentos, que antes desempenhava um papel de fundamental importância no tratamento (devido à crença da relação do autismo com os quadros psicóticos do adulto), passa a ter a função de apenas aliviar os sintomas do autista para que outras abordagens, como a reabilitação e a educação especial, possam ser adotadas e tenham resultados eficazes.

Quais são os medicamentos utilizados no tratamento do autismo?
As principais drogas que podem ser utilizadas no tratamento são:
  • Os neurolépticos, utilizados para reduzir os sintomas do austismo. Têm uma resposta geral boa e conseqüente melhoria do aprendizado, embora possa apresentar efeitos colaterais como sedação excessiva, reações distônicas (rigidez mulcular), discinesia (alteração do movimento muscular) e efeitos parkinsonianos (tremor);
  • As anfetaminas, utilizadas na tentativa de diminuir a hiperatividade e melhorar a atenção, mas têm como efeitos colaterais o aparecimento de excitação motora, a irritabilidade e a diminuição do apetite;
  • Os Anti-opióides, utilizados no tratamento de dependência a drogas, têm sua ação principalmente em quadros de auto-agressividade. Provoca tranquilização, diminuição da hiperatividade, da impulsividade, da repetição persistente de atos, palavras ou frases sem sentido (estereotipias) e da agressividade, causando como efeito colateral a hipoatividade.
A utilização de complexos vitamínicos como a Vitamina B6 associada ao Aspartato de Magnésio, bem como o uso de Ácido Fólico, embora descritos por diversos autores, apresenta aspectos e resultados conflitantes.

Em que consiste a reabilitação da criança autista?
A propostas de reabilitação substituem os modelos psicoterápicos de base analítica das décadas de 50 e 60, quando a doença era considerada uma conseqüência de distúrbio afetivo. Esses modelos de reabilitação podem então ser caracterizados como: ·
  • Modificação de comportamento;
  • Terapia de "Holding";
  • Aproximação direta do paciente;
  • Comunicação facilitada; ·
  • Técnicas de integração sensorial; e
  • Treino auditivo.

Como é a educação especial para o autista?
Dentre os modelos educacionais para o autista, o mais importante, neste momento, é o método TEACCH, desenvolvido pela Universidade da Carolina do Norte e que tem como postulados básicos de sua filosofia:
  • a) propiciar o desenvolvimento adequado e compatível com as potencialidades e a faixa etária do paciente;
  • b) funcionalidade (aquisição de habilidades que tenham função prática);
  • c) independência (desenvolvimento de capacidades que permitam maior autonomia possível);
  • d) integração de prioridades entre família e programa, ou seja, objetivos a serem alcançados devem ser únicos e a estratégias adotadas devem ser uniformes.
Dentro desse modelo, é estabelecido um plano terapêutico individual, onde é definida uma programação diária para a criança autista. O aprendizado parte de objetos concretos e passa gradativamente para modelos representacionais e simbólicos, de acordo com as possibilidades do paciente.

Referências Bibliográficas
Schwartzman, J. S.; Assumpção Jr. F.B. - Autismo Infantil. Mennon Eds.; São Paulo, 1995.
Assumpção Jr. F.B. - Transtornos Invasivos do Desenvolvimento Infantil. Lemos Ed., São Paulo; 1997.
Gauderer, C. - Autismo, década de 80. Sarvier, São Paulo; 1985.
Ritvo, E.E. - Autism: diagnosis, current research and management. Spectrum Pub. Inc., 1976.
Kanner, L. - Childhood Psychosis. John Wiley & Sons, New York, 1973.
Peeters, T. - L`autisme: de la commpréhension à l´intervention. Dunod, Paris, 1996.
Barthelemy, C.; Hameury, L.; Lelord, G. - L`autisme de l`enfant. Expansion Scientifique Française, Paris, 1995.
Volkmar, F.R. - Psychoses and Pervasive Developmental Disorders in Dhildhood and Adolescence; Amerin Psychiatric Hess Inc., Washington, 1996.

Educação inclusiva

A educação inclusiva é um processo em que se amplia a participação de todos os estudantes nos estabelecimentos de ensino regular. Trata-se de uma reestruturação da cultura, da prática e das políticas vivenciadas nas escolas de modo que estas respondam à diversidade de alunos. É uma abordagem humanística, democrática, que percebe o sujeito e suas singularidades, tendo como objetivos o crescimento, a satisfação pessoal e a inserção social de todos.
A Educação Inclusiva atenta a diversidade inerente à espécie humana, busca perceber e atender as necessidades educativas especiais de todos os sujeitos-alunos, em salas de aulas comuns, em um sistema regular de ensino, de forma a promover a aprendizagem e o desenvolvimento pessoal de todos. Prática pedagógica coletiva, multifacetada, dinâmica e flexível requer mudanças significativas na estrutura e no funcionamento das escolas, na formação humana dos professores e nas relações família-escola. Com força transformadora, a educação inclusiva aponta para uma sociedade inclusiva.

ACARAJÉ

(1) Deixe de molho de um dia para o outro em bastante água:
2 xícaras cheias de feijão marcassa (ou fradinho)
1 colher de chá de sal
1 dente de alho socado

(2) Escorra bem o feijão guardardo a água para uso futuro.

Embrulhe o feijão num pano de prato e esfregue vigorosamente para remover as peles.
Cate bem e retire todas as peles.

(3) Coloque metade do feijão no copo do liquidificador e junte:
1 xicara do líquido reservado
2 dentes de alho picados
1 1/2 colher de chá de sal
1 colher de chá de molho forte de pimenta
(opcional) 1/2 colher de chá de pimenta do reino (black pepper)
1 colher de chá de pó Royal (baking powder)
Bata bem o feijão ate formar uma massa homogenea. Repita este passo com o restante do feijão juntando uma xicara do liquido reservado mas omitindo os temperos. Misture as duas partes da massa e ponha de lado para descansar pelo menos meia hora.

(4) Bata um pouco a massa.

Va colocando as colheradas da massa em:
Bastanteóleo fervendo onde se juntou 2 colheres de sopa de azeite de dende.
Retire os bolinhos com a escumadeira quando estiverem fritos e dourados.
Deixe escorrer em papel absorvente e mantenha-os quentes no forno.
Para servir os bolinhos parta cada um ao meio sem separar as partes.
Coloque molho forte de pimenta dentro e camaroes cozidos (ou vatapa--na Bahia).

NOTA: O feijão marcassa (ou fradinho) ja aberto e quebrado pode ser encontrado no Mercado São Joaquim de Salvador. Isto facilita enormemente o preparo dos acarajes pois as peles ja vem meio soltas.
PS: O truque do acaraje é ficar sempre batendo a massa enquanto os outros estão fritando (a massa comeca a ficar águada quando estacionada).

Bolo de fubá com queijo e goiabada

Ingredientes
1 xícara (chá) de leite
1 e meia xícara (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de óleo
3 ovos
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de fubá
100 g de goiabada cortada em cubos pequenos
100 g de Queijo Minas Frescal cortado em cubos pequenos
1 colher (sopa) de fermento em pó

Modo de preparo
Unte e enfarinhe uma fôrma de bolo média. Reserve. Pré-aqueça o forno em temperatura média (180oC). Bata no liquidificador o leite, o açúcar, o óleo e os ovos. Coloque em uma tigela, junte a farinha, o fubá e misture bem. Acrescente os cubos de goiabada e de Queijo Minas misturando delicadamente. Acrescente o fermento. Coloque na fôrma reservada e leve ao forno por cerca de 50 minutos. Deixe amornar e desenforme.

Torta de frango e abobrinha

Ingredientes:
1 cebola picada
2 colheres (chá) de azeite
2 abobrinhas raladas
Tomilho fresco a gosto
300g de peito de frango moído
2 claras
Salsa picada a gosto
2 dentes de alho amassados
1 colher (sopa) de molho inglês
Sal a gosto
1/2 xícara (chá) de farinha de rosca
2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
1 pitada de páprica doce

Modo de preparo:
Refogue a cebola no azeite, junte a abobrinha e o tomilho e deixe cozinhar; reserve. À parte, misture bem o frango moído, a clara, a salsa, o sal, a farinha de rosca, o parmesão e a páprica. Forre o fundo do refratário com metade da mistura da farinha de rosca, queijo parmesão e a páprica. Acrescente a massa de frango e leve para assar. Retire e coloque por cima a abobrinha refogada e o restante da farinha e leve ao forno médio por mais 5 minutos.

Torta rápida

Ingredientes (massa):
4 ovos
2 xícaras (chá) de leite
1 xícara (chá) de óleo
6 colheres de extrato de tomate
1 xícara (chá) de queijo ralado
1 ½ xícara (chá) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de nutrilon arroz
1 colher (sopa) de fermento em pó

Ingredientes (recheio):
150 g de mussarela em fatias
150 g de presunto em fatias
ervilha, milho verde a gosto

Modo de preparo:
Bata os ingredientes da massa no liqüidificador. Unte um prato refratário com manteiga e polvilhe com farinha de trigo. Despeje a massa. sobre a massa acrescente o presunto, o queijo, a ervilha e o milho verde. Leve ao forno pré-aquecido a temperatura média (180 º c) por 40 minutos ou até dourar. Sirva quente ou frio. Pode substituir a cobertura por espinafre, brócolis cozido e picado no lugar do queijo e presunto.

Se fizer a cobertura com brócolis ou espinafre, refogue um pouco de alho e cebola no azeite até dourar. Junte o brócolis (espinafre) e refogue por 3 minutos.

Tempere com sal e pimenta e deixe esfriar para colocar sobre a massa como recheio da torta rápida.

Rendimento: 18 porções (100g)

Pastel assado de frango

Rendimento: 15 unidades
Tempo de preparo: 30 minutos
Tempo de forno: 15 minutos
Tempo total: 45 minutos

Ingredientes:
2 colheres (sopa) de amido de milho
1 xícara (chá) de leite desnatado
1 filé de frango cozido e desfiado
2 colheres (sopa) de mussarela light ralada
3 colheres (sopa) de cheio-verde picado
1 cubo de caldo de peito de frango sabor vinho branco
10 discos para pastel com 12 cm de diâmetro

Para pincelar:
1 gema

Modo de preparo:
1- Em uma panela dissolva o amido de milho no leite desnatado. Cozinhe em fogo médio mexendo sempre até engrossar.
2- Acrescente o frango, a mussarela, o cheio-verde picado e esfarele o cubo de caldo de peito de frango sabor vinho branco
. 3- Misture e recheie os discos de pastel.
4- Pincele a gema e coloque em uma assadeira. Leve ao forno por 15 minutos ou até dourar. Sirva quente.

Bolo rápido de coco

Ingredientes
4 ovos
1 lata de leite condensado
100g de coco ralado seco
1 colher de sopa de fermento em pó
Manteiga para untar

Modo de preparo
Bata os ovos. Junte o leite condensado, o coco ralado e o fermento e mexa até misturar bem. Despeje numa forma refratária untada. Coloque-a no forno sobre um suporte e asse durante uns 10 minutos, até perceber que o bolo já adquiriu uma consistência leve e seca. Gire a forma na metade do tempo.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Conservando a garrafa aberta

Uma vez aberta a garrafa o vinho estará em contato constante com o oxigênio e seguramente irá oxidar-se em pouco tempo. Para protelar um pouco o problema, tampe a garrafa com a própria rolha, coloque-a na porta da geladeira e procure bebê-la em dois a três dias.
Uma outra solução é utilizar a "bomba de vácuo" ou "vacu-vin", em francês, ou "wine-saver", em inglês.
Trata-se uma pequena bomba que possui um êmbolo (semelhante ao de uma seringa de injeção) que se adapta à uma rolha especial de borracha, colocada na garrafa.
Com movimentos de vai e vem do êmbolo, vai-se retirando o ar da garrafa, pois o aparelho possui uma válvula que permite a saída do ar por sucção, mas impede a sua entrada. Assim, depois de várias bombeadas, o êmbolo passa a movimentar-se com dificuldade, indicando que o ar da garrafa está saindo e quando tornar-se impossível movê-lo, o vácuo estará efetuado na garrafa.
Desse modo, o vinho poderá ser conservado na porta da geladeira ou em local bem fresco, por muito tempo. No entanto, por esse sistema não se consegue um vácuo absoluto, sendo mais conveniente consumir o vinho em torno de um mês.

Como cozinhar a alcachofra

As alcachofras podem ficar cinzentas quando cozidas em panelas de alumínio ou de ferro, o melhor é prepará-las em panela de vidro. O talo flexível indica que a alcachofra está fresca e boa para o consumo, ao contrário do talo quebradiço ou muito duro.

Legumes congelados

Para congelar legumes a melhor maneira é primeiro branqueá-los (aquecer e resfriá-los rapidamente).
1. Corte o legume e coloque
rapidamente em água fervente.
2. Depois, mergulhe os pedaços (cubos, palitos ou fatias) em água fria e gelo.
3. Coloque em recipiente próprio e pronto.
As enzimas que podem causar maus odores são inativadas durante o congelamento.

Espinafre

Para preservar o verde natural do espinafre, logo após o cozimento, mergulhe-o em água fria. Isso o deixará bem verdinho!

Repolho sem cheiro

Ao cozinhar repolho para evitar o cheiro que ele libera e que é tão inconveniente acrescente miolo de pão velho adicionado à água.

Como diminuir o amargo da escarola

Para diminuir o amargo da escarola , deixe-a de molho durante 1 hora em água com vinagre, antes de picá-la.

Higienização das verduras

A higienização das verduras é uma maneira de diminuir o risco de contaminação alimentar dentro de casa. A higienização elimina os microorganismos que são provenientes da terra e que estão presentes na casca, no talo ou na superfície. As opções recomendadas para higienizar são:
1 medida de colher de sopa com água sanitária para 1 litro de água potável e deixar de molho por 15 minutos;
ou
2 medidas de colher de sopa com vinagre para 1 litro de água potável e deixar de molho por 30 minutos;
Em qualquer das opções, após deixar de molho, enxaguar bem em água potável, secar ao natural e guardar. O vinagre tem a vantagem de ser um produto comestível e a desvantagem de ser necessária uma quantidade maior na mistura. A água sanitária tem a desvantagem de ser produto químico e a vantagem de ser necessário quantidade e tempo menores para ser eficiente. É indicado fazer esse procedimento ao chegar das compras e antes de guardar no local apropriado.

Beterraba cozidas com sua cor forte

As beterrabas conservarão sua cor forte se forem cozidas com casca e um pedacinho de caule. Adicione uma pitada de açúcar à água do cozimento, assim as beterrabas ficarão mais saborosas.

Quiabo sem baba

Para eliminar a baba do quiabo, lave-o ainda inteiro, seque-o e coloque-o numa tigela com um pouco de suco de limão, deixando repousar durante 15 minutos. Depois lave ligeiramente, corte e cozinhe

Pepino sem amargar

Antes de usar o pepino, corte suas extremidades e esfregue bastante as partes cortadas nos dois lados do pepino, até sair toda a gosma. Assim, ele não amarga. Depois, corte em rodelas bem finas, sem tirar a casca, para aproveitar toda a sua vitamina.

Cozinhando legumes e verduras al dente

Cozinhe sempre verduras e legumes al dente para manter tanto o aspecto crocante como a quantidade de nutrientes – o cozimento em excesso faz do ingrediente uma papa e deixa boa parte nutritiva na água. Por isso, dê um choque nos alimentos: primeiro, coloque em água quente por no máximo 1 minuto (depende do legume ou verdura). Imediatamente passe para água fria (um pote com gelo e água) e dê outro choque para interromper o cozimento. Você pode servir imediatamente em saladas ou saltear com um pouco de ghee (manteiga clarificada) antes de servir em prato quente.

Pimentões mais digestivos

Depois de lavár bem os pimentões sob água corrente e enxugá-los, espalhe um pouco de óleo com as mãos para formar uma película. Ligue uma boca do fogão em chama alta e queime um pimentão por vez, segurando com um garfão. Quando ele estiver todo preto, coloque dentro de um saco plástico e abafe, fechando bem. Quando os pimentões esfriarem, esfregue o plástico contra cada um e a pele se desprenderá facilmente. Retire o pimentão, retire a pele que sobrou com as mãos e ele estará pronto para ser usado.

O que é Baby Leaf?

Os mais atentos já devem ter observado na seção hortifruti de alguns supermercados uma nova forma de apresentação de hortaliças. É o baby leaf. Traduzindo: folhas de hortaliças colhidas antes do tempo em que tradicionalmente se costuma consumi-las. O baby leaf também é conhecido como folhas jovens, ou ainda mini-hortaliças (como por exemplo, mini-rúcula ou mini-alface). Não parece ser um modismo, mas uma tendência que está chegando para ficar. No Brasil, ainda é um mercado que está no começo, mas em países da Europa, nos Estados Unidos e no Japão, o baby leaf já conquistou os consumidores há pelo menos cinco anos.
.

Menos tempero nos pratos que irão ser congelados

Sempre que congelar algum prato pronto, evite temperá-lo muito, pois o congelamento acentua o sabor dos temperos.

Como conservar as frutas

Com exceção da banana e da pêra dágua, todas as frutas podem ser congeladas inteiras ou cortadas, em forma de purê ou suco, devendo-se descascar e retirar os caroços imediatamente antes do congelamento, que apresenta 3 variantes:
a) - Ao natural
b) - Com açúcar - passar a fruta em açúcar ou bater no liqüidificador com açúcar.
c) - Em calda - ferver água e açúcar em quantidades iguais, deixar esfriar e cobrir as frutas até que fiquem totalmente imersas na calda; para frutas com tendência a escurecer pela oxidação, preparar a calda com ácido ascórbico na seguinte proporção:
- 1 xícara de água/1 xícara de açúcar/ 1/2 colher (chá) de ácido ascórbico (vitamina C concentrada).
Em ambos os casos, deixar margem de expansão ao embalar.
Preparação:
Abacate - bater com limão e açúcar no liqüidificador.
Abacaxi - cortar em fatias ou pedaços, congelar com açúcar ou em calda, ou ainda em forma de suco.
Ameixa - cortar ao meio e congelar em calda ou com açúcar.
Amora - não lavar, congelando ao natural, em calda ou com açúcar.
Cereja - lavar, secar e tirar os caroços, congelando em calda ou com açúcar.
Coco - ao natural, em pedaços ou ralado.
Figo - inteiro, em calda; servir antes de descongelar totalmente.
Goiaba - em calda, sem as sementes.
Jabuticaba - ao natural.
Laranja - em gomos, sem a pele branca e as sementes, em calda ou com açúcar; em forma de suco espremer levemente.
Limão - raspar a casca e guardar em vidrinhos para aproveitamento em bolos; congelar em forma de suco.
Maçã - de preferência para tortas ; descascar, cortar em fatias, retirar as sementes e mergulhar numa solução de água e sal (2 litros de água e 1 colher (sopa) de sal) por 5 minutos; congelar em calda com ácido ascórbico.
Maracujá - bater ligeiramente e congelar o suco.
Manga - cortar em fatias e congelar em calda.
Melão - cortar e congelar em calda; servir ainda gelado.
Morango - com açúcar; congelar em aberto, embalando posteriormente.
Pêra - somente a do tipo caseiro, para doce; congelar em calda com ácido ascórbico.
Pêssego - descascar e tirar o caroço, congelando em calda com ácido ascórbico.
Uva - em forma de suco.
Pinhão - cozido e sem casca.
Castanha - cozida e sem casca, em forma de purê.
Oleaginosas (nozes, avelãs, amêndoas) - retirar a casca e congelar inteiras, ao natural; descongelar em temperatura ambiente.
Sucos ou Chás - concentrados e congelados em formas de gelo.
Obs.: Tempo de conservação: 6 meses

Alimentos que não devem ser congelados

Se você quiser preparar alimentos para congelar, aqui estão alguns que não se deve congelar: batatas cozidas, carne seca, conservas, creme e pudins que levem amido de milho em seu preparo (eles soltam água quando descongelados), gelatina (talha ao ser descongelada) e maionese.

Congelar crepes e panquecas

Para obter o melhor resultado ao congelar crepes e panquecas intercále-os com papel impermeável, depois embrulhe em um papel alumínio na quantidade que irá utilizar.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Pães, bolos e tortas

É possível congelar a massa ou os pães prontos (não amanhecidos), que readquirem suas características originais após o descongelamento.

•Pão Francês – embalar em sacos plásticos, extraindo o ar; descongelar em temperatura ambiente ou no forno, envolto em folha de alumínio.
•Pão de Forma – embalar em plástico, de preferência em porções individuais.
•Pão Recheado – embalar em plástico ou folha de alumínio; descongelar no forno, envolvido em folha de alumínio (baixa temperatura até descongelar, aumentando em seguida).
•Pão Doce – não deve ser congelado se tiver recheio de amido de milho.
•Sonho – congelar sem recheio.
O congelamento de bolos apresenta bons resultados, recomendando-se preparar vários a cada fornada.
•Bolo Simples – assar em formas aluminizadas pequenas ou em formas retangulares para cortar em pedaços; embalar frio em bandejas ou sacos plásticos; descongelar ainda embalados em temperatura ambiente ou no forno, por 15 minutos, envolto em folha de alumínio.
•Bolo com Cobertura – depois de decorado, levar ao freezer sem embalagem; após 2 horas embalar em folha de alumínio ou saco plástico (tirar da embalagem antes de descongelar, para não danificar a decoração).
•Torta – tanto a massa quanto a torta moldada sem assar podem ser congeladas, bem como a torta assada.
•Torta Salgada – é mais prático congelar pronta, mas pode ir ao freezer crua; descongelamento em temperatura ambiente ou no refrigerador (pincelar a gema apenas no momento de ir ao forno).
•Doces – não devem ser congelados se tiverem recheio de maizena ou cobertura de gelatina.
•Pizzas – podem ser congeladas com todos os ingredientes ou só os discos, já assados e separados por plástico; quando já preparadas, com mussarela e recheios, levar ao freezer por 1 hora, antes de embalar individualmente.
•Esfiha – congelar pronta, individualmente (como os bifes); descongelar no forno envolta em folha de alumínio.
•Pastéis – preparar os pastéis com massa caseira ou pronta, levando ao freezer por 40 minutos; congelar individualmente e armazenar em saco plástico; retirar 30 minutos antes de fritar (ainda gelados) e usar bastante óleo, sem esquentar muito, fritando um por vez.
•Coxinhas – mesmo procedimento dos pastéis.
•Croquetes – podem ser congelados fritos ou não; quando fritos, embalar em porções isoladas com papel aderente, saco plástico ou folha de alumínio; descongelar no forno; quando não estiverem fritos, proceder como no caso dos pastéis.
•Quibes – congelar assado ou frito, embalado em papel alumínio, plástico ou papel aderente; descongelar no forno.
•Sanduíches – evitar recheios de tomate cru, alface, pepino e ovo cozido, pois estes não congelam; embalar individualmente em plástico aderente ou folha de alumínio; descongelar em temperatura ambiente, com a embalagem.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Esfoliação caseira

Aprenda receitas fáceis para fazer esfoliação da pele em casa

A esfoliação é um tratamento que pode ser feito até mesmo em casa, com ingredientes comuns. É aconselhável fazer esfoliação da pele uma vez por semana no rosto e de quinze em quinze dias no corpo todo. A eliminação as células mortas do corpo estimula a renovação natural da pele, evitando pelos encravados, cravos, espinhas e oleosidade excessiva. Sendo assim, a pele esfoliada fica mais limpa, hidratada e macia.

Esfoliação no rosto

Ao lavarmos o rosto várias vezes ao dia, temos a impressão de que nossa pele não está totalmente limpa. Com uma boa esfoliação caseira, podemos aliviar essa sensação desagradável. Primeiramente lave bem o rosto, pescoço e colo com um sabonete apropriado para seu tipo de pele, em seguida aplique o esfoliante no rosto.
Há vários tipos de receitas caseiras de esfoliante para o rosto, para cada tipo de pele. Confira algumas receitas.
publicidade

Esfoliante para pele oleosa

- 1 colher (sopa) de açúcar cristal
- 1 colher (sopa) de mel
Misture os ingredientes e com movimentos circulares vá esfoliando o rosto levemente para não machucar a pele. Em seguida, massageie o rosto por três minutos. Enxague com bastante água e para finalizar, passe uma loção adstringente para fechar os poros.

Esfoliante para pele seca

- 1 colher (sopa) de aveia em flocos
- 1 colher (sopa) de mel
Misture os ingredientes e aplique no rosto com movimentos circulares, esfoliando a pele por até três minutos. Enxágüe bem o rosto e em seguida, passe um tônico facial para fechar os poros e hidratar a pele.

Esfoliante para todos os tipos de pele

- Meio mamão
- 1 colher (sopa) de açúcar cristal
Amasse o mamão e misture com o açúcar. Com movimentos leves e circulares, vá esfoliando a pele por três minutos. Enxágüe bem o rosto e em seguida aplique um tônico facial ou uma loção adstringente.

Esfoliante para pele sensível

- 2 colheres (sopa) de aveia em flocos
- 2 colheres (sopa) de mel
Misture os ingredientes e com movimentos circulares, passe no rosto. Em seguida enxágüe com bastante água. Esta mistura é mais suave e por isso é recomendada para a pele sensível, pois a aveia ajuda a nutrir a pele.

Esfoliação para o corpo

Uma boa esfoliação corporal protege nossa pele contra manchas que aparecem através do ressecamento e também ajuda a ativar a circulação, prevenindo o envelhecimento e a flacidez da pele. Com isso, a pele fica mais limpa e hidratada. Para aplicar a esfoliação caseira no corpo, é aconselhável tomar um banho com água morna. Com a pele úmida, aplique a mistura caseira.

Esfoliante corporal com açúcar

- 5 colheres (sopa) de açúcar
- 5 colheres (sopa) de óleo de amêndoas
Misture os dois ingredientes e com a ponta dos dedos, aplique delicadamente por todo o corpo com movimentos circulares. Enxágüe bem e para finalizar, com a pele seca passe um hidratante específico para seu tipo de pele.

Acabe com a pele áspera dos cotovelos

Invista na hidratação e na esfoliação caseira para acabar com o aspecto ressecado dos cotovelos

Os cotovelos são uma região do corpo que, embora muitas vezes esquecida, também merece atenção especial. A pele dos cotovelos é um pouco diferente das outras regiões do braço, ela apresenta uma camada mais espessa que serve para suportar o atrito que ocorre quando precisamos nos apoiar, por exemplo. Quando não recebe os cuidados adequados, acaba ficando escura, grossa e com um aspecto ressecado.

No outono e no inverno a umidade do ar fica mais baixa e com isso, a pele dessa região tende a ressecar mais. No verão o problema é outro. Como nesse período os cotovelos ficam mais expostos, estão também mais vulneráveis a atritos.

Para acabar com a pele áspera dos cotovelos, a hidratação é fundamental, pois devolve a vitalidade, a maciez e melhora o aspecto da pele. Existem métodos que são feitos nas clínicas de estética, como peeling ou esfoliações. Mas na falta de tempo e de dinheiro para investir nestes tratamentos, as receitas caseiras ajudam bastante.
É muito fácil hidratar os cotovelos em casa, bastam apenas alguns minutinhos, duas vezes por semana. Usando sal de cozinha e sabonete líquido você faz um esfoliante caseiro para os cotovelos. É só misturar os ingredientes em uma vasilha e aplicar sobre a pele, sempre fazendo movimentos circulares e suaves. A receita também pode ser usada para esfoliar outras partes do corpo como joelhos e calcanhares.
http://www.dicasdemulher.com.br/acabe-com-a-pele-aspera-dos-cotovelos/

Acabe com a gordura localizada nas costas

Livre-se das gordurinhas nas costas que tanto incomodam
Mesmo mantendo uma rotina de exercícios, dieta, aplicação de cremes e sessões de massagem, algumas mulheres não conseguem se livrar daquela gordurinha localizada que teima em se acumular na cintura, nas coxas. Quando ela aparece nas costas, basta colocar uma roupa mais justinha e lá está ela, se destacando e comprometendo todo o visual.
A gordura localizada nas costas pode ter várias causas, entre elas predisposição genética. Ou seja, assim como em algumas mulheres a tendência é acumular mais gordura na barriga ou culote, em outras, ela pode se acumular nas costas. Mas há outros fatores, como o excesso de peso e alterações hormonais, que são comuns na puberdade, logo após a gravidez e devido ao uso da pílula anticoncepcional.

Adeus, gordurinhas nas costas!

Para acabar com a gordura localizada nas costas, que tanto incomoda e abala a auto-estima das mulheres, o ideal é combinar e reeducação alimentar com a prática de exercícios físicos como caminhar, pedalar, correr, nadar e dançar. Para ter melhores resultados, vale recorrer aos tratamentos estéticos.
Em alguns casos, quando é difícil eliminar a gordura localizada nas costas mesmo com exercícios físicos e de uma nova dieta, o melhor é procurar um médico para fazer uma lipoaspiração na região. A cirurgia é indicada para quem não tem flacidez da pele e não está muito acima do peso.
O procedimento remove a gordura através de um sistema de aspiração a vácuo. Em média, a cirurgia dura uma hora e meia e dependendo da área lipoaspirada, a paciente pode recebe alta no mesmo dia ou após 24 horas. Na primeira semana após a cirurgia, é preciso ficar de repouso e usar uma cinta para evitar o inchaço. O resultado definitivo da cirurgia pode ser observado depois de três meses, quando o corpo desincha totalmente.

Acabe com a flacidez nos seios

Conheça as alternativas para deixar os seios bonitos novamente
A flacidez é uma grande inimiga que ameaça a beleza feminina. Seja pela força da gravidade, perda de peso, herança genética ou outros motivos, qualquer mulher corre o risco de ficar com seios flácidos e caídos.
Isso acontece porque com o passar do tempo, as fibras de sustentação dos seios se tornam mais frágeis ou devido ao aumento e diminuição do tamanho das mamas quando se engorda, emagrece e até mesmo durante o período pré-menstrual. Essas oscilações do tamanho dos seios provocam perda de duas substâncias que garantem a manutenção da elasticidade da pele, o colágeno e a elastina.
E quando o problema aparece, é preciso recorrer às alternativas para deixar os seios bonitos novamente. Porém, engana-se quem pensa que a única maneira de corrigir o problema ainda é usar sutiãs modeladores, inclusive para dormir. Felizmente, já existem tratamentos específicos e cirurgias plásticas que prometem excelentes resultados. Conheça alguns tratamentos e cirurgias plásticas e acabe com a flacidez nos seios.

Cosméticos

Os cremes firmadores para os seios são ótimos para hidratar, melhorar a textura e dar um pouco mais de firmeza para a pele, mas não resolvem casos de queda e de flacidez acentuada das mamas.

Cirurgias plásticas

As cirurgias plásticas para seios de hoje podem melhorar e muito os danos causados pela flacidez e dar nova aparência aos seios. A mastopexia, por exemplo, remove o excesso de pele existente na região, levanta e ainda remodela as mamas.
Nos casos em que os seios estão flácidos e a paciente deseja corrigir o problema e aumentar o volume, a alternativa é colocar próteses de silicone.
O acompanhamento do cirurgião plástico no período pós-operatório é muito importante. Entre as vantagens dessas técnicas de cirurgia de plástica de mama é que cicatrizes são praticamente imperceptíveis, é possível usar blusas decotadas e biquínis sem que elas apareçam. No entanto, é preciso um pouco de paciência para conferir o resultado definitivo, que aparece geralmente depois de um ano.

Tratamentos estéticos

Existem várias opções para quem não quer optar pela cirurgia. Entre elas, sessões com modernos aparelhos que emitem ondas magnéticas profundas, estimulando a circulação cutânea, causando uma melhora na nutrição e oxigenação dos tecidos das mamas. Com isso, há um aumento na produção de colágeno e elastina e uma melhora na flacidez dos seios.

Como disfarçar seios pequenos

Veja como é fácil valorizar seus seios usando as roupas adequadas
Algumas mulheres não estão satisfeitas com seus seios por acharem que são pequenos, mas não querem se submeter a processos invasivos como uma cirurgia para se livrar deste incômodo. Se a mulher realmente não quer mudar o seu corpo, ela pode simplesmente se munir de truques para disfarçar o tamanho dos seios e assim se sentir mais confiante.
Para disfarçar seios pequenos, os decotes devem ser mais altos, de preferência em V mas não muito profundos. Se os seus seios tiverem marcas de biquíni ou marcas da idade, é melhor que não fiquem muitos expostos, pois isso evidencia seu tamanho.
Aposte nas camisas com este tipo de decote e sem mangas ou ainda invista em decotes tipo canoa, também sem mangas. Evite blusas em corte V profundo ou com decotes arredondados. Fuja também das mangas três-quartos, pois elas destacam o colo, especialmente se forem em cores escuras.
Na hora de escolher suas blusas, prefira as de cores claras e com detalhes como babados e drapeados e preferencialmente sem mangas. Uma dica de blusa para quem tem seios pequenos é a blusa frente única, que junta os seios e dá a impressão de que são maiores.
Quanto às roupas de frio, prefira suéteres e blusas de lã mais volumosas com gola rolê. Fuja das peças finas e com decotes baixos. Mas lembre-se que é importante manter o equilíbrio entre seu corpo na parte superior e inferior, por isso, procure não exagerar nas peças volumosas. Em relação aos vestidos, prefira os que tenham decote mais alto, com transparências e detalhes na frente e nas costas. Evite os modelos com decote quadrado e acinturados. Fuja das saias retas, alças finas e de vestidos muito justos.
Além disso, roupas e lingerie com bojo ou outros tipos de enchimento também colaboram para disfarçar seios pequenos. Porém, é imprescindível que estes estejam bem posicionados nas roupas e não fiquem desproporcionais em relação ao seu corpo. Mais importante ainda é que não fique evidente que você está usando enchimento.
Vale lembrar que mulheres com seios pequenos têm mais facilidade para encontrar roupas que fiquem bem nelas e podem usar quase todo tipo de peça. Ainda assim é importante se vestir de acordo com o seu tipo físico. Então, basta escolher e combinar melhor as roupas para valorizar seus seios como eles são.

Escolha o contraceptivo que combina melhor com seu perfil

Especialistas ajudam a optar entre os vários tipos disponíveis no mercado

 O uso de contraceptivos é cada vez mais comum na sociedade moderna. Os casais, em busca de evitar a gravidez e praticar sexo seguro, acabam impulsionando a ciência e a indústria para o desenvolvimento de novos métodos que sejam eficazes e, ao mesmo tempo, confortáveis. A opção por um ou outro contraceptivo precisa ser feita de acordo com as características da mulher. E a opinião do especialista pode ser decisiva na escolha do método mais adequado para cada uma.

Hoje o mercado oferece uma gama enorme de opções. Temos os métodos de barreira (preservativos e diafragma), os métodos hormonais (pílulas), intrauterinos (DIU) e cirúrgicos (laqueadura e vasectomia). Fique atenta às indicações e contraindicações de cada um:

Preservativos
A ginecologista da Unifesp, Carolina Ambrogini, recomenda que a camisinha seja opção de todas as mulheres, mesmo que elas já se utilizem de um outro método contraceptivo. Quando usado corretamente, o preservativo, além de prevenir a gravidez, também é eficaz na proteção contra as doenças sexualmente transmissíveis.
Escolha o contraceptivo que combina melhor com seu perfil - Foto: Getty Images
Diafragma
O diafragma é um pequeno anel flexível recoberto por uma película de borracha ou silicone que é colocado pela mulher dentro da vagina. De acordo com a especialista, é um dos contraceptivos menos usados pelas brasileiras especialmente pela dificuldade na hora de colocá-lo. "O diafragma precisa ser inserido com espermicida pelo menos uma hora antes da relação sexual. Nem todas as mulheres conseguem controlar esse fator", explica Ambrogini. O diafragma também não pode ser usado por quem tem problemas no colo do útero ou é sensível ao látex. Quando usado corretamente, apresenta cerca de 94% de eficácia na prevenção da gravidez.

Dispositivo Intrauterino
O dispositivo intrauterino, mais conhecido como DIU, é uma estrutura de cobre inserida pelo médico no útero da mulher. Sua ação, conforme explica a especialista, interfere no transporte do óvulo, na migração dos espermatozoides e provoca uma irritação no endométrio, dificultando a fixação do óvulo. "O método é bastante indicado para as mulheres que não podem se utilizar de hormônios. Por outro lado, pode causar alguns efeitos colaterais, como aumento das cólicas e do sangramento menstrual", esclarece. O DIU é um método contraceptivo com eficácia em torno de 97% e pode permanecer no útero da mulher de 5 a 10 anos.  
Escolha o contraceptivo que combina melhor com seu perfil - Foto: Getty Images
Sistema Intrauterino
Também chamado de SIU, o Sistema Intrauterino consiste em uma pequena estrutura em forma de "T" que contém um reservatório de hormônio progestogênico. Da mesma maneira que o DIU, esse dispositivo é inserido dentro do útero pelo médico e, de acordo com Ambrogini, provoca atrofia do endométrio, além de deixar o muco hostil à passagem do espermatozóide. É um método bastante seguro, com ação de até 5 anos e eficaz em 99% dos casos. Pode, no entanto, provocar como reação adversa alterações nos padrões de sangramento menstrual que são mais comuns durante os primeiros meses após a inserção do dispositivo.

Pílulas
Hoje em dia as mulheres podem escolher dentre inúmeras pílulas anticoncepcionais que variam em componentes, quantidade de hormônio e combinação entre eles. As muitas opções, conforme esclarece a médica, permitem que a mulher possa testar para escolher a qual dos tipos ela se adapta melhor. "Hoje as pílulas provocam efeitos colaterais muito pequenos. Algumas mulheres, no entanto, relatam diminuição do desejo sexual e também ressecamento vaginal", afirma. Quanto ao receio de que a pílula pode provocar dificuldade de engravidar, não há motivo para preocupações. A especialista esclarece que esses anticoncepcionais não têm efeito acumulativo no organismo e, com a interrupção do uso, param de provocar efeitos.  
Escolha o contraceptivo que combina melhor com seu perfil - Foto: Getty Images
Mini pílula
Para as mulheres que têm receio de engravidar durante a amamentação, a ciência também já desenvolveu a mini pílula, que é um contraceptivo à base de progesterona e pode ser administrado pela lactante.

Pílula do dia seguinte
A pílula do dia seguinte é um método anticoncepcional de emergência que deve ser usado até 72 horas após a relação sexual desprotegida. Quando administrada em até 24 horas pós-coito, seu índice de falha gira em torno de 5%, aumentando consideravelmente com o tempo. Mas Ambrogini adverte que esse método não deve ser utilizado com frequência, pois vai perdendo gradativamente a eficácia. "Essa pílula é composta de maior dosagem de progesterona, podendo provocar alterações no ciclo menstrual", afirma.  

Laqueadura / Vasectomia
Os métodos cirúrgicos da laqueadura (ligadura das trompas da mulher) e a vasectomia (ligadura do ducto deferente dos homens) são os procedimentos com maior eficácia contraceptiva. Mas, de acordo com a legislação brasileira, a realização desses procedimentos somente é permitida "em homens e mulheres com capacidade civil plena e maiores de vinte e cinco anos ou, pelo menos, com dois filhos vivos, desde que observado o prazo mínimo de sessenta dias entre a manifestação da vontade e o ato cirúrgico, período no qual será propiciado à pessoa interessada acesso a serviço de regulação da fecundidade, incluindo aconselhamento por equipe multidisciplinar, visando desencorajar a esterilização precoce".

Segundo a especialista, também é preciso se ter em mente que a laqueadura e a vasectomia devem ser considerados métodos permanentes. "Dependendo da técnica de realização, a reversão não é possível. São procedimentos caros e sem cobertura pelo SUS", finaliza. 
Fonte:minhavida.com

Saiba como a gravidez interfere no apetite sexual



Saiba como a gravidez interfere no apetite sexual - Foto: Getty Images

Gestação pode causar certa aversão como também aumento da libido da mulher
A gravidez não é somente uma consequência natural de relacionamentos sexuais, é também a realização de um sonho para muitos casais. Enquanto ela não acontece, o sexo acontece livremente, tendo como guia apenas o ritmo, a disposição e as preferências das pessoas envolvidas. Mas tão logo ela se concretiza, a coisa tende a mudar de figura e passa a ser um desafio voltar ao que já foi uma vez. "Desde o começo a gestante se identifica com o feto, o que a torna mais sensível e mais vulnerável, querendo constantemente proteção e carinho. Naturalmente, o sexo deixa de ser o foco da relação", afirma a psicoterapeuta e sexóloga Magda Gazzi.

Algumas gestantes sofrem mais intensamente os desconfortos do início da gravidez, perdendo assim o interesse pelas relações sexuais. Sintomas como náuseas, vômitos, sono e fragilidade emocional acabam comprometendo a vida sexual do casal. No segundo trimestre da gestação o desejo sexual tende a voltar ou se acentuar, principalmente, como consequência da própria sensualidade feminina, que fica mais evidenciada pelas novas formas. O corpo que se prepara para gerar uma nova vida fica mais sinuoso, os seios avolumados, a barriga crescendo mexe com a libido das mulheres que esbarram na maioria das vezes em pensamentos vencidos a respeito do sexo na gravidez.  
"Alguns homens chegam a estranhar o comportamento de suas mulheres, pois a figura de 'mãe' sugere pureza e santidade, sendo associado a um ser assexual. E aí, passa a evitar o contato físico com suas parceiras como se isso fosse 'pecado' e incompatível com a situação da gravidez", explica a psicoterapeuta.

O terceiro trimestre exige cuidados, tanto para o bem-estar da futura mamãe quanto para o distanciamento entre os parceiros não se tornar irreversível. Com a gravidez avançada, as grávidas tendem a sofrem mais desconfortos. A barriga crescida altera o centro de gravidade e muita energia passa a ser despendida para manter-se equilibrada, literalmente. Por isso, a prática de exercícios como Yoga ou Tai Chi pode ser muito útil neste período. Além disto, o desconforto com o próprio corpo, que começa a restringir algumas posições e o medo de ambos, futuras mamães e papais de que o sexo incomode o bebê.

É importante ter em mente que a gravidez é também um período de descoberta para o casal. O que antes funcionava muito bem precisará ser revisto. O objetivo é que não se perca a intimidade, para isto, vale lembrar que sexo não é somente penetração. A masturbação, o sexo oral e as brincadeiras na cama são uma alternativa caso você sinta dificuldade para encontrar uma posição que a deixe confortável. Na hora H vale lembrar que as melhores posições são as que deixam a barriga livre. Ficar de lado ou usar uma almofada para apoiar a barriga pode ajudar. O mais importante é não ter medo de experimentar o que dá mais prazer.  
Segundo a terapeuta em consciência corporal Sandra Bisawa, a prática de um sexo de qualidade mantém o casal unido para enfrentar as transformações do período. "O casal que se dispõe a experimentar durante a gestação sua sexualidade plena presenteia a si mesmo e a seus filhos com doses generosas de harmonia e alegria geradas pela intimidade sadia", afirma.

Com certeza a gravidez é um período que exige cuidados com a saúde e o bem-estar da mulher e do bebê. Mas também, é preciso muita atenção para não descuidar da relação e não cair em comportamentos padrão. "Somente cerca de 10% dos casais recuperam o ritmo sexual de antes do nascimento do filho", aponta Magda.  

Saiba como a gravidez interfere no apetite sexual - Foto: Getty Images

Uma gestação saudável passa também pela manutenção da vida sexual. O ideal é aproveitar o período para se redescobrir e fortalecer os laços que ligam você e seu parceiro. A intimidade e a liberdade para falar de suas vontades é fundamental para depois que o bebê nascer e começar a crescer.

Se você tiver dúvidas, procure um profissional que a oriente e busque práticas que a coloquem em contato com seu próprio corpo. Ninguém melhor do que você para descobrir como proceder diante de seus desejos e medos. Tornar-se mãe é parte de ser mulher, não abra mão deste papel e aproveite a gravidez para descobrir como equilibrar maternidade e sexualidade

Acesse: http://www.minhavida.com.br/

Infertilidade aflige mulheres que buscam a maternidade



Infertilidade aflige mulheres que buscam a maternidade - Foto: Getty Images

No Brasil, um em cada seis casais apresenta problemas de fertilidade
Conforme a mulher conquistou seu espaço no mercado de trabalho, a experiência da maternidade passou a ser uma escolha que ela considera enquanto trilha um caminho de realização muito mais abrangente do que, exclusivamente, casar e ter filhos. Poder de escolha que agrava a dor daquelas que esperam ansiosas a confirmação de uma gravidez que insiste em não acontecer, seja por disfunções suas ou de seus maridos.

A infertilidade feminina mexe diretamente com a característica que mais evidentemente diferencia a mulher de muitos outros seres vivos. O corpo da mulher é capaz de gerar uma nova vida dentro de si. A princípio, ele possui toda a engenharia de órgãos e processos biológicos para que ela seja um meio natural para a perpetuação da espécie. Mas, não tão raramente quanto se pensa, algum distúrbio altera esta capacidade inata e coloca em xeque a escolha desta mulher em ser mãe. 
Para a obstetra Mila Ribeiro Cerqueira, situações como esta fazem parte da rotina. Segundo a médica, no Brasil, um em cada seis casais apresenta problemas de fertilidade. "O casal é considerado infértil quando não consegue engravidar após o período de um ano de vida sexual ativa, sem o uso de qualquer método contraceptivo", explica.

Mila acrescenta que ao contrário do que se pensa, a mulher não é mais afetada disfunções reprodutoras e está longe de ser a única responsável pela dificuldade de concepção de um casal. "Nos casos de infertilidade, 40% são motivados por problemas na mulher, 40% por problemas no homem, 10% por problemas em ambos e 10% por causas indefinidas", afirma a médica.

Considerando esta divisão bastante equilibrada entre homem e mulher das causas da infertilidade, é fundamental que cada um faça a sua parte. Algumas das principais causas de infertilidade podem ser minimizadas com hábitos saudáveis, como boa alimentação e atividades físicas regulares. 
O cigarro e o álcool são vilões que precisam ser evitados por quem pretende um dia engravidar. Outros cuidados incluem reduzir o estresse, atenção ao excesso de peso, praticar sexo seguro evitando as doenças sexualmente transmissíveis e respirar ar tão puro quanto possível.

A especialista ressalta que a investigação diagnóstica das causas de infertilidade deve ser realizada sempre com o casal, independente de um dos dois já terem filhos de outra união. Assim, as causas da dificuldade em engravidar podem ser identificadas com mais precisão potencializando o resultado do tratamento escolhido.

Segundo Mila, a infertilidade feminina pode ter sua origem em distúrbios hormonais, distúrbios da ovulação, obstrução tubárea, fatores anatômicos, incompatibilidade muco-sêmen ou fatores genéticos. Mas afirma que o avanço da medicina oferece possibilidades de solução para cada um deles.
Infertilidade aflige mulheres que buscam a maternidade - Foto: Getty Images
"Os tratamentos para vencer as dificuldades de engravidar vão desde os mais simples, como medicamentos orais, coito programado e inseminação artificial, até o mais complexo que seria a fertilização in vitro. Todos dependem da causa de infertilidade do casal e considera-se sempre a idade feminina um fator muito importante", diz a especialista.

É importante lembrar que infertilidade não é o mesmo que esterilidade. A infertilidade é caracterizada por uma baixa taxa de óvulos ou espermatozoides próprios para a reprodução, mas que aliada a um estilo de vida saudável e um tratamento série e adequado pode ter seu quadro alterado. Segundo Mila, há motivos para ser otimista: "A taxa de gravidez nos tratamentos em reprodução assistida, por tentativa, é de 40%, para mulheres abaixo de 35 anos e de 30%, para as mulheres entre 35 e 42 anos de idade. A chance acumulada em 3 tentativas chega a 70%". 

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Conheça os erros mais comuns em uma maquiagem

Cores e excessos podem colocar seu look a perder
De repente, a maquiagem que estava prevista para valorizar toda a sua beleza, pode acabar totalmente com sua produção. Tonalidades erradas, cores exageradas e excessos: esses costumam ser os pecados mais cometidos em uma maquiagem. Principalmente em relação à base e ao corretivo.

Para descobrir qual a cor que mais combina com você é preciso testar. "Para isso, aplique sempre um pouquinho do cosmético na parte interna do antebraço. E lembre-se de passar camadas fininhas dos produtos", explica o maquiador Robson Vieira, do Centro de Beleza Patrícia Alves, de Florianópolis.

Confira alguns deslizes corriqueiros e aprenda como evitá-los de maneira simples.

Pele
Para começar, o corretivo. Nesse caso, a maquiadora Andréa Delcorso, do Studio Prime Hair e Beauty, de São Paulo, afirma que o cosmético em excesso pode justamente acentuar as imperfeições que se deseja esconder. "O ideal é usar corretivo apenas nas pálpebras inferiores ou em detalhes como espinhas. Ele deve ser aplicado com as pontas dos dedos em leves toques que espalham o produto", explica. Sobre a base, a especialista ressalta que a tonalidade errada faz com que se gaste muito mais maquiagem, na tentativa de igualar as cores do rosto, pescoço e colo.
Andréa destaca que o pó é para complementar a base, neutralizar o brilho e deixar a pele mais aveludada. Ele nunca deve ser aplicado em excesso, correndo o risco evidenciar os sinais de expressão, envelhecendo o rosto. As maiores prejudicadas são as mulheres que tem rugas nas áreas dos olhos e da boca, já que ele costuma grudar nas preguinhas.
Para descobrir qual a cor que mais combina com você é preciso testarO blush, por sua vez, tem o papel de dar um ar de pessoa saudável e demarcar os traços do rosto. "Tem gente que não define se quer criar um aspecto saudável ou afinar a bochecha. Daí passa blush em tudo. Isso tem que ser feito com jogos de cores e sutilmente", destaca Robson. O maquiador diz que é preciso usá-lo em áreas pequenas, preferindo tons rosados para a maçã do rosto e têmporas e mais terrosos para afinar os traços.

Olhos e sobrancelhas
"Sombras em locais errados e contrastes de cores que não funcionam deixam o olho carregado", alerta o maquiador Bruno Di Maglio, do Salão 1838, de São Paulo. Ele garante que o segredo para fazer bonito é não exagerar na quantidade.
O domínio da técnica vale para o delineador, cujo traço borrado ou torto pode deixar um acabamento péssimo. Andréa dá uma boa dica para passar delineador sem borrar ou tremer: apoiando a mão no osso do queixo. Mas, se mesmo depois de treinar inúmeras vezes, não há firmeza suficiente para fazer o risco, opte pelo lápis de olho. E prefira fazer o traço antes de aplicar a máscara para os olhos.
Para acender ou arrumar as falhas nas sobrancelhas, muito cuidado para não deixá-las artificiais. Em vez de passar o lápis diretamente sobre elas, Robson recomenda aplicá-lo um pouco no dorso da mão. Em seguida, com um esfumador, pegar o produto da pele e pintar levemente as sobrancelhas. O resultado é bem mais natural.

Boca
Falta de sintonia entre as cores dos lábios e das sombras é um erro. Não esqueça nunca: para olhos fortes, prefira boca discreta. Se a boca ficar bem marcada, deixe os olhos mais neutros.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Conheça causas e tratamentos contra a caspa


Estresse pode agravar casos  de caspas - Foto: Getty Images

A dermatite seborreica é uma condição bastante comum, que faz com que a pele fique aparentemente mais oleosa, com escamas e descamada. Geralmente, ela afeta o couro cabeludo: nos adultos e adolescentes é conhecida como caspa e nos bebês é chamada de crosta láctea. Mas, este distúrbio também pode afetar a pele de outras partes do corpo, tais como rosto e peito, pernas e virilha.

Esse distúrbio pode ser transmitido de pai para filho, mas estresse, fadiga, situações de clima extremo, pele oleosa, falta de higiene, uso de loções que contêm álcool, obesidade, além de outros transtornos da pele (como acne) podem incrementar o risco de incidência. De acordo com a dermatologista Mei Zoo Chen, a causa da dermatite seborreica ainda é desconhecida e pode ser diferente nos lactantes e nos adultos. Mas está sempre relacionada ao aumento da secreção sebácea pelo couro cabeludo, seja por predisposição familiar ou por estímulo hormonal, uma vez que o transtorno aparece na infância e desaparece antes da puberdade. "A caspa pode ainda ser agravada pela colonização por fungos e bactérias", afirma a médica.  


Incidência
A dermatite seborreica pode ocorrer em muitas áreas diferentes do corpo e, de maneira geral, se forma onde a pele costuma ser mais oleosa: couro cabeludo, sobrancelhas, cílios, parte posterior das orelhas, ouvido externo e outras dobras da pele.

Algumas enfermidades favorecem e agravam o quadro de dermatite seborreica, como doença de Parkinson, diabetes e obesidade. "Além disso, a tensão emocional (ansiedade e estresse) também pode desencadear e agravar esse quadro", lembra Chen. Portanto. Esqueça a ideia de que só tem caspa quem é sujo, descuidado ou doente. Qualquer pessoa pode, por algum período de vida, sofrer com essa disfunção das glândulas sebáceas.

Nos bebês é uma infecção inofensiva e temporal. Aparece no couro cabeludo da criança em forma de escamas cafés ou amarelas, grossas e crostosas. Também podem se formar escamas similares nas pálpebras, ouvidos, ao redor do nariz e na virilha. Assim, como a caspa, a crosta láctea não é contagiosa, nem causada por falta de higiene.

Tratamento
Existem vários produtos disponíveis no mercado para o tratamento da dermatite seborreica. "Para formas leves da patologia, o xampu anticaspa comercial (vendido em supermercados) funciona bem e pode ser utilizado todo dia até obter melhora. Depois, pode-se espaçar o uso para dias alternados ou até uma vez por semana, para manutenção", afirma a dermatologista.

Para casos mais graves, inclusive com coceira e vermelhidão, é melhor usar os xampus medicamentosos, que exigem receita médica indicada por um especialista. Entretanto, segundo Chen, não é possível ficar livre para sempre de dermatite seborreica, ainda mais no dia a dia estressante e poluído das grandes cidades. Mas é possível ter períodos de remissão com o tratamento adequado, completa.

Para aplicar o xampu, espalhe pelo couro cabeludo dividido em pequenas seções, por áreas pequenas, pouco a pouco, sempre massageando a pele. É recomedável esfregar as áreas afetadas durante, pelo menos, cinco minutos antes de enxaguar completamente. Isso dará tempo necessário para o produto atuar. 

Fonte: www.minhavida.com